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Jardins Bota Bota / MU Architecture

  • 13:00 - 25 Março, 2016
  • Traduzido por Camilla Sbeghen
Jardins Bota Bota / MU Architecture
Jardins Bota Bota / MU Architecture, © Fany Ducharme
© Fany Ducharme
  • Arquitetos

  • Localização

    Montreal, QC, Canadá
  • Arquitetos Responsáveis

    Jean-Sébastien Herr, Charles Côté, Matthew Schmid, Sabrina Charbonnea
  • Ano do projeto

    2015
  • Fotografias

© Fany Ducharme © Fany Ducharme © Fany Ducharme © Fany Ducharme + 11

  • Bota Bota

    David Trinque, Shella-Eve Simard
  • Administração

    Jasmin Martel, Simon Poirier
  • Estrutura de Aço

    Daniel Gouin
  • Engenharia para piscina

    Pierre Girard
© Fany Ducharme
© Fany Ducharme

Descrição enviada pela equipe de projeto. Situado no coração do casco histórico de Montreal e atracado no Porto do rio Saint Lawrence, Bota Bota SPA é uma importante atração turística. O contexto do porto possui uma riqueza histórica e um caráter único em Montreal. O local está rodeado por água, a vegetação e os enormes silos. MU Architecture foi encarregado de desenhar um oásis de relaxamento neste lugar excepcional, um pequeno paraíso no coração da cidade. É entre o barco-spa, o rio e trem elevado, que os jardins Bota Bota tomam forma. 

© Fany Ducharme
© Fany Ducharme

A encomenda pedia a criação de uma área de relaxamento no continente, com acesso ao exterior para os clientes. O projeto tornou-se o lugar preferido pelos turistas e locais que buscam refrescar-se sob a sombra nos calorosos meses de verão, mas também um lugar agradável para nadar ao ar livre no inverno com magníficas vistas sobre os arranha-céus do centro.

Planta Baixa
Planta Baixa

MU Architecture propôs o conceito de uma série de setores verdes que enlaçam gradualmente o barco e a terra firme. Ao escolher o contêiner como o elemento principal da construção, era uma maneira de remeter ao porto de carga e criar um nó no contexto.

© Fany Ducharme
© Fany Ducharme

O desenho da grande doca incluiu muitos desafios técnicos. Levando em conta que o local está rodeado por água, o acesso de maquinaria pesada era impossível. O trilho de trem ao sul e a densa vegetação, tornavam quase impossível conduzir um caminhão ou um pequeno veículo no lugar. Também era necessário poder construir de uma maneira semi-permanente, como se os edifícios pudessem ser montados e desmontados facilmente. Portanto, somente os contêineres, além de ser uma grande oportunidade para reciclar, podiam se levados por barcas e compor todos os volumes que iriam abrigar as áreas de relaxamento, banheiros à vapor e sala de máquinas.

© Fany Ducharme
© Fany Ducharme

Desta forma, os 'pavilhões' foram organizados para criar um curso orientado ao relaxamento e descobrimento. A intenção arquitetônica foi gerar um sistema simples, porém elegante de volumes monolíticos que emolduram perspectivas fortes. Os volumes estão posicionados para criar alinhamentos contínuos com vistas impressionantes ao silos, Habitat 67, o Porto Velho e os arranha-céus da cidade. Os grandes tetos-jardim em balanço criam animadas sombras que ajudam a criar a sensação de oásis. O forro dos tetos consistem em grandes folhas de metal perfurado com um padrão de quadrados de corte a laser que proporcionam um conjunto de sombras que dançam ao ritmo do movimento do sol.

© Fany Ducharme
© Fany Ducharme

Os primeiros volumes nos saúdam e direcionam até o núcleo do projeto. Um raio de luz nos leva a piscina, o elemento central do conjunto. Assim, os contêineres giram em torno desta grande massa de água que se divide em três bacias (banheira fria, grande banheira de hidromassagem e piscina grande). A orientação destas bacias permite o máximo de luz solar durante todo o dia e suas formas irregulares geram diferentes áreas a fim de maximizar a intimidade. Tudo se estende em mais de 30 metros e forma a maior piscina ao ar livre em Montreal.

© Fany Ducharme
© Fany Ducharme

Rodeada por caminhos de pedra, a piscina está marcada por áreas de descanso, uma lareira ao ar livre e uma plataforma de ioga. Desta forma é possível tomar sol em uma grande piscina ao ar livre, em espaços fechados para relaxar ou tomar banho de sol sob as copas das árvores nas borda da cachoeira. O sistema de drenagem da piscina de borda infinita, permite a integração total a nível do solo e proporciona certa espiritualidade. O lugar é um paraíso, um oásis de vegetação e uma cápsula de descanso no centro da cidade.

© Fany Ducharme
© Fany Ducharme

Os materiais mantiveram-se deliberadamente em um mínimo de três:

- Pedra: que está em todas as partes no solo e cria o efeito de que as bacias foram escavadas por completo na rocha;
- IPE: foi utilizado devido sua resistência às intempéries e baixa manutenção, cobrindo todos os contêineres para suavizar seu impacto e eliminar o aspecto industrial que é intrínseco a eles;
 -Painéis de aço pintados de branco: com os que foram revestidos as coberturas trazendo de volta um leve toque industrial à composição. 

© Fany Ducharme
© Fany Ducharme

A ideia por trás das coberturas verdes era integrar o projeto no seu entorno e minimizar o ganho de calor. Mesmo sendo instalada temporariamente uma grama sintética, o impacto das plataformas verdes vistas desde a parte superior do barco é impressionante e traz um pouco de discrição que desperta nossa curiosidade. Tudo foi pré-fabricado, desmontado e montado novamente no lugar. Sobre a sala de máquinas, o teto converte-se em uma cascata que cai diretamente na piscina.

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Localização aproximada, pode indicar cidade/país e não necessariamente o endereço exato.
Sobre este escritório
MU Architecture
Escritório
Cita: "Jardins Bota Bota / MU Architecture" [Bota Bota Gardens / MU Architecture] 25 Mar 2016. ArchDaily Brasil. (Trad. Sbeghen Ghisleni, Camila) Acessado . <https://www.archdaily.com.br/br/784240/jardins-bota-bota-mu-architecture> ISSN 0719-8906

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