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Remodelaçao

Apresentado por the MINI Clubman

Extensão do Museu Unterlinden / Herzog & de Meuron

  • 05:00 - 19 Fevereiro, 2016
  • Traduzido por Camilla Sbeghen
Extensão do Museu Unterlinden / Herzog & de Meuron
Extensão do Museu Unterlinden / Herzog & de Meuron, © Ruedi Walti
© Ruedi Walti

© Ruedi Walti © Ruedi Walti © Peter Mikolas © Ruedi Walti + 23

  • Arquitetos

  • Localização

    Colmar, França
  • Colaboradores

    Jacques Herzog, Pierre de Meuron, Christine Binswanger (Colaborador Responsável)
  • Arquiteto Colaborador

    DeA Architectes, Mulhouse, França
  • Área

    7700.0 m2
  • Ano do projeto

    2015
  • Fotografias

  • Equipe de Projeto

    Christoph Röttinger (Associado, Diretor de Projeto), Christophe Leblond (Diretor de Projeto), Marco Zürn (Diretor de Projeto) Edyta Augustynowicz (Tecnlogia Digital), Farhad Ahmad (Tecnologia Digital), Aurélien Caetano, Delphine Camus, Tim Culbert, Arnaud Delugeard, Carlos Higinio Esteban, Judith Funke, Daniel Graignic Ramiro, Yann Gramegna, Wolfgang Hardt (Partner), Thorsten Kemper, Aron Lorincz (Tecnologia Digital), Donald Mak (Associado), Severin Odermatt, Valentin Ott, Alejo Paillard, Nathalie Rinne, Jordan Soriot, Raul Torres Martin (Tenologia Digital), Guy Turin, Paul Vantieghem, Maria Vega Lopez, Caesar Zumthor
  • Museografia

    Jean-François Chevrier, historiador de arte, assistido Élia Pijollet, Paris, França
  • Planejamento Geral

    Realbati (è Realbati, Ruelisheim, France) + Herzog & de Meuron SARL, France
  • Engenharia Estrutural

    ARTELIA, Oberhausbergen, França
  • Acústica

    Echologos, Livry-Louvercy, França
  • Orçamento

    C2Bi, Strasbourg, França
  • Engenharia da Fachada

    PPEngineering, Basel, Suíça. Prof. Jäger, Dresden, Alemanha
  • Consultoria Luminotécnica

    Arup, Londres, Reino Unido
  • Sinalização

    NEWID, Basel, Suíça
  • Consultoria Paisagística

    Cap Vert Ingénierie, Grenoble
  • Consultoria Espécies Vegetais

    August Künzel Landschaftsarchitekten, Basel, Suíça
  • Mais informações Menos informações
© Ruedi Walti
© Ruedi Walti

Descrição enviada pela equipe de projeto. O projeto da extensão do Museu Unterlinden em Colmar engloba três dimensões: desenvolvimento urbano, arquitetura e cenografia, centrando-se sobre as questões da reconstrução, simulação e integração.

© Ruedi Walti
© Ruedi Walti

Desenvolvimento Urbano

Após a ampliação, dois complexos de construção, fisicamente conectados por uma galeria subterrânea, estão frente à frente através da praça Unterlinden. O convento medieval que consiste de uma igreja, um claustro, uma fonte e um jardim está no lado oposto. Do outro lado da praça, o novo edifício do museu reflete o volume da igreja e, juntamente com os antigos banhos municipais constitui um segundo pátio fechado.

© Ruedi Walti
© Ruedi Walti

Nós estávamos buscando uma configuração urbana e uma linguagem arquitetônica que coubesse em meio à cidade antiga mas que ao mesmo tempo, através de um olhar mais atento, fosse contemporânea. 

Entre os dois complexos de museu, a praça Unterlinden recuperou seu significado histórico, relembrando os tempos em que, do outro lado do convento, estábulos e edifícios agrícolas formavam um conjunto conhecido como o "Akkerhof". A parada de ônibus e o estacionamento existentes antes da renovação do museu tornaram-se agora um novo espaço público e urbano. O canal Sinn, que percorre a cidade velha de Colmar, foi reaberto, tornando-se o elemento central deste novo espaço público. Perto da água, uma pequena casa assinala a presença do museu na praça: o seu posicionamento, volume e forma são as do moinho que ali existia. Duas janelas permitem que os transeuntes olhem para baixo na galeria subterrânea que conecta os dois conjuntos de edifícios.

© Ruedi Walti
© Ruedi Walti

Arquitetura

© Ruedi Walti
© Ruedi Walti

Mudando-se para o centro da praça Unterlinden, de frente para o canal, a entrada para o museu leva até o convento, cuja fachada foi delicadamente renovada. Os trabalhos de renovação foram realizados em estreita colaboração com os arquitetos do departamento de patrimônio nacional francês. Componentes museológicos do passado recente foram removidos e os espaços restaurados para um estado anterior. Nós revelamos tetos de madeira originais e reabrimos janelas anteriormente bloqueadas com vista para o claustro e para cidade. O telhado da igreja foi reformado e um novo piso de madeira instalado na nave. Os visitantes caminham por uma nova escada em espiral de concreto armado que conduz à galeria subterrânea que conecta o convento com o novo edifício.

© Ruedi Walti
© Ruedi Walti

No interior, decidimos projetar a galeria subterrânea e o novo edifício de exposições (agora chamado de "Akkerhof"), que apresenta as coleções dos séculos XIX e XX, ao longo de linhas contemporâneas abstratas. O espaço no segundo andar do Akkerhof é dedicado à exposições temporárias: o telhado de duas águas e altura excepcional (11,5 metros) reflete as proporções / volumes da igreja Dominicana no lado oposto. O espaço central dos antigos banhos municipais, a piscina ("La Piscine"), está agora conectado aos novos espaços de exposição. Ele serve como um local para concertos, conferências, celebrações e instalações de arte contemporânea. Os outros espaços da antiga casa de banho abrigam a administração do museu, uma biblioteca, um café em frente ao novo pátio e o Posto de Turismo de Colmar em frente a praça Unterlinden.

© Peter Mikolas
© Peter Mikolas

O Akkerhof e a pequena casa têm fachadas feitas de tijolos irregulares, quebrados à mão, dialogando com as fachadas do convento em pedra e gesso que foram refeitas muitas vezes ao longo dos séculos. Algumas janelas foram cortadas nestas paredes de tijolos; as empenas do telhado são em cobre. O novo pátio é pavimentado em arenito, como é a praça Unterlinden, enquanto as paredes são feitas do mesmo tijolo que os novos edifícios. No centro do pátio, uma macieira   "Pomarium" -cresce partir de uma plataforma feita de pedra e tijolo.

Diagrama
Diagrama

Curadoria e Museografia

Em estreita colaboração com Jean-François Chevrier e Élia Pijollet, bem como com os curadores do museu, a museografia e a arquitetura foram desenvolvidas em conjunto. As coleções incluem obras de renome em todo o mundo desde a Idade Média até o Renascimento - mais notável, o Retábulo Isenheim por Matthias Grünewald e Nicolas von Hagenau (1505-1516) - bem como desenhos, estampas e padrões para a produção têxtil, fotografias, pinturas, esculturas, peças de faiança e objetos etnográficos do século XIX e início do século XX , com foco na arte local e história da arte. A partir da década de 1960, uma coleção de arte moderna foi construída. Quanto ao Retábulo Isenheim , ele permanece na sua localização original, no convento da igreja porém mais cheio de luz e menos confuso, embora seu quadro de apresentação fora substituído por uma estrutura de aço sóbrio. Isso faz com que os painéis de madeira pintados pareçam mais como obras de arte. Pinturas do século XVI, esculturas, pequenos altares e artefatos estão em exposição no piso térreo vizinho e no claustro. O andar de baixo, por sua vez, apresenta as coleções arqueológicas.

© Ruedi Walti
© Ruedi Walti

A galeria subterrânea é constituída por uma sucessão de três espaços de exposição muito diferentes. A partir do circuito, temos a história do Museu Unterlinden, cobrindo uma parte do século XIX e obras início do século XX. A segunda galeria exibe três das mais importantes peças do Museu: localizado sob a casa pequena, este espaço representa o núcleo expandido do Museu Unterlinden, unindo três dimensões do projeto: desenvolvimento urbano, arquitetura e cenografia.

© Peter Mikolas
© Peter Mikolas

No primeiro e segundo andar, o novo edifício representa uma sequência cronológica da coleção do século XX. Unidades espaciais interligadas organizam e estruturam o volume geral do chão, em vez de subdividi-las: aqui obras ou grupos de obras estão expostas umas em relação as outras.

© Ruedi Walti
© Ruedi Walti

Juntamente com a museografia para a coleção de arte do século XX, a exposição inaugural (de janeiro a junho de 2016), com curadoria de Jean-François Chevrier, servirá como um excelente exemplo dos usos a que os espaços recém-prontos podem ser destinados ao apresentar uma leitura exemplar de peças específicas da coleção.

© Ruedi Walti
© Ruedi Walti

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Localização aproximada, pode indicar cidade/país e não necessariamente o endereço exato.
Sobre este escritório
Herzog & de Meuron
Escritório
Cita: "Extensão do Museu Unterlinden / Herzog & de Meuron" [Musée Unterlinden Extension / Herzog & de Meuron] 19 Fev 2016. ArchDaily Brasil. (Trad. Sbeghen Ghisleni, Camila) Acessado . <https://www.archdaily.com.br/br/782351/musee-unterlinden-extension-herzog-and-de-meuron> ISSN 0719-8906