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Edifício Myung Films Paju / IROJE Architects & Planners

  • 17:00 - 12 Fevereiro, 2016
  • Traduzido por Camilla Sbeghen
Edifício Myung Films Paju / IROJE Architects & Planners
Edifício Myung Films Paju / IROJE Architects & Planners, © Jong Oh Kim
© Jong Oh Kim

© Jong Oh Kim © Jong Oh Kim © Jong Oh Kim © Jong Oh Kim + 25

© Jong Oh Kim
© Jong Oh Kim

Myung Flims é uma produtora de cinema relativamente nova que fez muitos filmes polêmicos e exitosos desde "The Contact" até o recente "Architecture 101". Pode-se dizer que é uma produtora de cinema que fez algumas histórias de sucesso na nossa indústria cinematográfica infértil.

© Jong Oh Kim
© Jong Oh Kim

Eles, que escolheram o terreno novamente em Paju, não tinham intenções de construir somente um edifício com as funções da produtora de cinema.

Planta baixa - primeiro pavimento
Planta baixa - primeiro pavimento

Para melhorar o ambiente inóspito de realização de filmes no nosso país, trataram de fazer uma escola de produção de filmes e colocar nela as funções necessárias, acomodando o espaço multiuso e a sala de exposições aberta, e também desejavam ter um restaurante de luxo no edifício. 

© Jong Oh Kim
© Jong Oh Kim

Além disso, almejavam não somente construir moradias para as pessoas, mas também incluir dormitórios e habitações para estudantes da escola de cinema e para visitantes a longo prazo, por isso, estas complexas funções com a produção, o consumo, a cultura e a residência não poderiam ser abordadas desde a dimensão de um edifício. A essência era desenhar uma pequena cidade e não foi uma tarefa fácil estabelecer o mundo da imaginação e da ficção (ou talvez do desejo) no mundo real.

Planta baixa - segundo pavimento
Planta baixa - segundo pavimento

Para romper o limite do sistema viário irracional focado nos veículos, adotei ativamente os caminhos internos pedonais orientados aleatoriamente, estabelecidos segundo as diretrizes do Paju Book City, dividi toda a massa em duas partes, fiz este caminho que penetra no centro, como praça principal desta pequena cidade para que qualquer pessoa pudesse se reunir livremente. Esta praça conta com vias de acesso até a estreita relação com os terrenos adjacentes, e juntamente com a rodovia curvada, fez-se um parque com árvores para criar um espaço público desta pequena cidade. 

© Jong Oh Kim
© Jong Oh Kim

A massa se divide em duas partes conectadas pela ponte e pela cobertura na parte superior para ver e responder às atividades realizadas na praça e no caminho interior desta pequena cidade através de uma trajetória de movimento vertical. Além disso, as paredes envidraçadas erguem-se ao redor da superfície do volume principal frente a praça e a maioria das atividades no seu interior estão expostas ao exterior, por isso oferecerá uma paisagem de vida abundante. 

Planta baixa - terceiro pavimento
Planta baixa - terceiro pavimento

O seu interior é como uma cidade. No interior, onde se situam os espaços de diversas funções, como caminhos que penetram, existem pequenos parques e espaços de descanso. Claro, todos possuem uma estreita relação com o exterior e estão abertos uns aos outros. 

© Jong Oh Kim
© Jong Oh Kim

A residência da parte superior é a área privada e a privacidade está garantida tanto quanto for possível. Também neste caso, o mundo feito pela família é também uma comunidade, por isso também possui espaços com várias camadas interiores. Por tanto, a diversidade da camada neste espaço de construção é muito grande. O próprio concreto é um material de estrutura e também o material de acabamento exterior. 

Planta baixa - quarto pavimento
Planta baixa - quarto pavimento

O concreto é um material inventado pelos romanos, e possui uma história de 2.000 anos, porém não existe outro material desta propriedade que tenha tal aparência. A técnica e exatidão dos fabricantes, as condições dadas pela natureza, o processo de formação realizado pelo tempo e a espera pelo resultado, sempre me pareceram um ritual religioso. 

© Jong Oh Kim
© Jong Oh Kim

Este material se transforma com o passar do tempo. Se o tratamento do detalhe é bem feito, e se for o desejo, ele pode existir permanentemente. É um edifício permanente, mas que se altera. Não é o objetivo que sempre se sonhou para um edifício?

Andre Bazin também disse que o filme é uma obra com objetividade de fotografia momentânea completada no tempo. Por tanto, ajusta-se ainda mais à um edifício que abriga uma produtora de filmes. 

© Jong Oh Kim
© Jong Oh Kim

Este edifício sempre existirá como uma paisagem mutante. Mantem-se firme sobre o solo, mas o edifício é somente uma infraestrutura e baseada nessa infraestrutura firme, a cidade como paisagem será agregada frequentemente à este edifício e o alterará. 

Corte A
Corte A

E no momento em que as paisagens se acumularem e alterarem o edifício com o passar do tempo, esta pequena cidade se converterá finalmente em um edifício. O edifício não é feito por um arquiteto. Acredito que a paisagem feita pelos vizinhos é o edifício. Talvez, como um filme feito por uma câmera alheia que não é a intenção do diretor do filme, a garantia da objetividade da realidade é um filme de verdade, e talvez um verdadeiro edifício. 

© Jong Oh Kim
© Jong Oh Kim

Este edifício é portanto, uma pequena cidade, um filme por si só. 

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Localização aproximada, pode indicar cidade/país e não necessariamente o endereço exato.
Sobre este escritório
IROJE Architects & Planners
Escritório
Cita: "Edifício Myung Films Paju / IROJE Architects & Planners" [Myung Films Paju Building / IROJE Architects & Planners] 12 Fev 2016. ArchDaily Brasil. (Trad. Sbeghen Ghisleni, Camila) Acessado . <https://www.archdaily.com.br/br/781985/edificio-myung-films-paju-iroje-architects-and-planners> ISSN 0719-8906