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Parque Ribeiro do Matadouro / Oh!Land studio

Parque Ribeiro do Matadouro / Oh!Land studio
Parque Ribeiro do Matadouro / Oh!Land studio, © Victor Esteves
© Victor Esteves

© Victor Esteves © Victor Esteves © Victor Esteves © Victor Esteves + 25

  • Arquitetos

  • Localização

    Santo Tirso, Portugal
  • Arquitetura

    Bruno Sousa, Gilberto Pereira
  • Paisagismo

    Sofia Pacheco, Victor Esteves
  • Ano do projeto

    2013
  • Fotografias

  • Engenharia Civil

    Hernâni Araújo, João Fernandes, Tito Santos
  • Engenharia Eletrotécnica

    Delfim Morim
  • Irrigação

    Ana Lindeza
  • Construtor

    Gabriel Couto S.A.
  • Promotor

    Câmara Municipal de Santo Tirso
  • Área do Terreno

    1,54 ha
  • Orçamento

    1,4M €
  • Mais informações Menos informações
© Victor Esteves
© Victor Esteves

Descrição enviada pela equipe de projeto. O projeto é parte da estratégia de desenvolvimento urbano ‘Inventar a Cidade’, e evoluiu do concurso Europan 9 para o que é agora uma parte regenerada da cidade de Santo Tirso. Foi uma oportunidade para converter um "não-lugar" num espaço qualificado no contexto social, urbano e natural da cidade.

Implantação
Implantação

O Parque Ribeiro do Matadouro, ocupa uma área de 1.54ha no centro da cidade e teve como diretrizes de concessão a cultura local, a ecologia e a tradição, aliadas a métodos de construção sustentável.

© Victor Esteves
© Victor Esteves

Este espaço foi transformado num organismo vivo que é estruturado por diversas escalas, ritmos e velocidades num contexto de cidade contemporânea, com os objetivos de tornar transparente a identidade do local, e de criar um espaço de interação social em estreita relação com os elementos naturais. Aliada a estes princípios está a experimentação de novas soluções de design, conjuntamente com soluções para a gestão racional dos recursos, contribuindo positivamente para uma baixa manutenção: espécies vegetais adaptadas ao solo e às condições climáticas da região, materiais recicláveis, eficiência energética de equipamentos e sistemas de irrigação de baixo consumo).

Análise
Análise

O ato de converter este espaço num espaço público, com vertente pedagógica e democrática, consciencializa os utilizadores para as boas práticas ambientais, incentiva à interação com a natureza, e permite a criação de diferentes tipos de recreio para diversas classes sociais e etárias.

O projeto pode ser compreendido através das suas quatro componentes estruturantes:

© Victor Esteves
© Victor Esteves

A ‘componente viva’, enquanto conjunto dos diversos elementos biofísicos que caracterizam e diferenciam este local: a forte presença da água - ribeiro do matadouro e zona de máxima infiltração; as condições pedológicas, e a estrutura arbórea pré-existente (dominada por salgueiros negros e amieiros). Para enriquecer a experiência foram introduzidas novas espécies, estimulando novos nichos ecológicos e promovendo a biodiversidade.

Cortes
Cortes

Para diferenciar as zonas consoante o seu nível de umidade/alagamento, foram acentuadas algumas das depressões naturais do terreno, criando charcos naturais de caráter temporário, onde se procedeu à plantação de juncos, hostas, fetos, tabuas, papiros, ajuga, menta, lírio-do--pântano e, entre outros. A estrutura arbórea foi consolidada e reforçada com freixos, choupos, vidoeiros, salgueiros, ulmeiros e freixos, entre outros.

A ‘malha ativa’, que promove a mobilidade e conectividade pelo parque, através de percursos com diversas expressões que facultam o movimento e a percepção do espaço a diferentes velocidades (percurso principal, percursos secundários interpretativos e ciclovia).

© Victor Esteves
© Victor Esteves

A Sudoeste surge uma praça de recepção em concreto, que simultaneamente funciona como estacionamento. Esta área conecta-se ao percurso pedonal principal e à ciclovia em concreto permeável. O percurso principal e os secundários, funcionam como plataformas elevadas construídas em madeira tratada e revestidas em compósito de madeira, assegurando a permeabilidade. Todos os materiais foram pensados em cores escuras para realçar o contraste com a vegetação. A sinalética no pavimento interliga os diferentes percursos e enfatiza o jogo de velocidades pelos símbolos – play, stop, pause e fastfoward.

© Victor Esteves
© Victor Esteves

As ‘esculturas interpretativas’, surgem associadas ao movimento do município de criar uma ‘rota das esculturas’ (agenda 21). Estes elementos, inspirados na técnica ‘origami’, para além da sua componente artística/cênica, são também elementos multifuncionais que integram todos os equipamentos que permitem uma maior apropriação do espaço: zonas de sentar/deitar, separação diferenciada dos resíduos e sistemas multimédia.

© Victor Esteves
© Victor Esteves

Os ‘utilizadores’ consistem nas pessoas enquanto elementos ativos neste ambiente, esculpindo a forma como este  lugar é usado, vivido e percepcionado.

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Localização aproximada, pode indicar cidade/país e não necessariamente o endereço exato.
Sobre este escritório
Cita: "Parque Ribeiro do Matadouro / Oh!Land studio" [Ribeiro do Matadouro Park / Oh!Land studio] 01 Dez 2015. ArchDaily Brasil. (Trad. Delaqua, Victor) Acessado . <https://www.archdaily.com.br/br/778055/parque-ribeiro-do-matadouro-oh-land-studio> ISSN 0719-8906

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