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Pavilhão Pulp Press em Kistefos / A2 Architects

Pavilhão Pulp Press em Kistefos / A2 Architects
Pavilhão Pulp Press em Kistefos / A2 Architects, © Jiru Havran
© Jiru Havran

© Jiru Havran © Jiru Havran © Jiru Havran © Jiru Havran + 12

  • Arquitetos

  • Localização

    Jevnaker, Noruega
  • Arquitetos Responsáveis

    Peter Carroll, Caomhan Murphy, Joan McElligott, David McInerney
  • Projeto Técnico

    Jakob Ilera, INSEQ
  • Área

    100.0 m²
  • Ano do projeto

    2013
  • Fotografias

© Jiru Havran
© Jiru Havran

‘Pulp Press (Kistefos) 2013’ é uma comissão artístico-arquitetônica permanente do Museu Kistefos - um dos maiores parques de esculturas contemporâneas da Escandinávia. O museu ocupa o terreno de uma antiga fábrica de papel em Jevnaker, a uma hora ao note de Oslo, na Noruega.

© Jiru Havran
© Jiru Havran

O pavilhão de concreto é um volume aberto de 13 m de comprimento, 6,5 m de largura e 5 m de altura com uma fachada aberta frente à antiga fábrica de papel e outra fachada frente ao rio. Sua localização está estrategicamente conformada para configurar um abrigo, e está angulado com um antigo ancoradouro e um píer de concreto. O pavilhão compartilha o seu nível térreo com o pier e sua forma em concreto é incorporado em um prado de beira de rio inclinado.

Implantação
Implantação

À medida que se aproxima do pavilhão, o visitante encontra uma fachada abrigada como uma câmara, que consiste de um trio de portas em madeira. Estas postas estão recuadas em relação ao pavilhão para criar um ante espaço antes de se entrar no escuro interior: as paredes recebem um pigmento negro para permitir a projeção das imagens de notícias da imprensa que mais uma vez deu vida à máquina industrial da antiga fábrica de papel.

© Jiru Havran
© Jiru Havran

A obra projetada no interior é um retrato hiper-realista da fábrica (desativada em 1950) e meticulosamente refeita de modo virtual. Foi restaurado dentro do mundo virtual para mais uma vez estar ativa. Encanamentos foram substituídos, válvulas foram reparadas e alguns componentes que estavam ausentes foram pesquisados pela equipe de produção por quase um ano e o todo foi reconstruído em simulacro. A presença física da obra projetada também é inerente no crescente estoque de lâminas digitais de pasta de celulose que produz diariamente - arquivos digitais que são inspirados por imagens históricas. São acumuladas em unidades metálicas de HD em um 'ninho de concreto' dentro do pavilhão, simulando as pilhas de madeira que faziam parte da rotina da indústria de papel de outrora. Conforme o HD é preenchido, outro HD se faz necessário, dando continuidade eterna ao projeto.

Planta Baixa
Planta Baixa

Caminhando ao redor de qualquer lado da parede de projeção, uma varanda externa é feita de modo que enquadre a vista do Rio Rand. Bancos de concreto polido permitem o público descansar enquanto se re-ajusta ao mundo real após ter experimentado o mundo virtual projetado do pavilhão.

© Jiru Havran
© Jiru Havran

Embora possamos viver em um 'mundo sem papel', a obra faz questão de nos lembrar que até as informações digitais são armazenadas em um mundo físico. O pavilhão está na borda do Rio Rands - que alimenta o projeto através de energia gerada por hidroelétricas -, o mesmo rio que deu origem à fábrica original de papel em 1889.

Corte
Corte

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Localização aproximada, pode indicar cidade/país e não necessariamente o endereço exato.
Sobre este escritório
A2 Architects
Escritório
Cita: "Pavilhão Pulp Press em Kistefos / A2 Architects" [Pulp Press at Kistefos / A2 Architects] 06 Abr 2015. ArchDaily Brasil. (Trad. Santiago Pedrotti, Gabriel) Acessado . <https://www.archdaily.com.br/br/764776/pulp-press-em-kistefos-a2-architects> ISSN 0719-8906