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Escola Primária para Ciências e Biodiversidade / Chartier Dalix Architectes

Escola Primária para Ciências e Biodiversidade / Chartier Dalix Architectes
Escola Primária para Ciências e Biodiversidade / Chartier Dalix Architectes, © P. Guignard
© P. Guignard

© David Foessel © David Foessel © Cyrille Weiner © Cyrille Weiner + 30

© Cyrille Weiner
© Cyrille Weiner

Descrição enviada pela equipe de projeto. O projeto foi concebido como parte de um programa inovador, ambientalmente falando. O conceito do edifício baseia-se no desenvolvimento de uma paisagem primária que retira suas texturas e componentes da ampla paisagem na qual está implantado. Dessa forma, torna-se um enclave urbano que se destaca: uma paisagem elevada em que um ambiente natural cresce livremente, uma espécie de pátio urbano, abrigado, mas também protegido por pessoas.

Planta Baixa
Planta Baixa

Esse projeto pode muito bem sinalizar o início de uma nova tendência: esforçando-se para retornar a biodiversidade para o coração de uma área urbana. Mais do que qualquer outro projeto, a construção de uma escola é uma oportunidade de repensar as conexões conceituais fundamentais entre poesia, educação e natureza, inspirando-se com novos impulsos estéticos. Assim, o edifício assume o desafio de recriar um ecossistema totalmente funcional como um lugar de aprendizagem, um espaço onde as crianças locais irão para aproveitar seus potenciais, mas também como um centro social para os moradores locais.

© David Foessel
© David Foessel

O Contexto: O projeto envolve duas estruturas: uma escola com dezoito salas de aula (sete de pré-escola, onze do ensino fundamental) e um ginásio que será aberta aos residentes locais. Localizado na A4 Est, no "Seguin-Rives de Seine" ZAC (zona de desenvolvimento urbano) em Boulogne-Billancourt, nas antigas fábricas da Renault, que agora é uma área densamente construída. O projeto da escola assume, dessa forma, um significado especial. Definirá o tom para a paisagem dentro do grande terreno.

As duas estruturas são unidas num único volume, delimitadas por uma mesma pele: a parede mineral. Pretendia-se que essa parede se estendesse ao redor de todo o projeto, para consolidar todo o edifício, mas também porque representa um gesto claro e definido para a ZAC. Este edifício, no centro da A4 Est, é o "coração verde" da ilha. A escola serve como um elemento unificador em uma paisagem onde a flora e a fauna desempenham um papel vital na orientação do re-desenvolvimento para o resto da área.

Planta - Cobertura
Planta - Cobertura

O Conceito: Este projeto é uma "paisagem como espaço de vida" ao invés de uma simples edificação. Há duas partes distintas do edifício: uma seção mineral - as fachadas - e uma seção feita de plantas - o telhado. Essa envoltória dobra-se em torno de toda a escola, como um volume com contornos suaves e linhas flexíveis, revelando espaços interiores fluidos e exteriores elásticos, evitando rupturas entre volumes.

© Cyrille Weiner
© Cyrille Weiner

O edifício altamente compacto abre-se para o bairro, oferecendo uma multiplicidade de perspectivas. Os playgrounds são dois espaços ao ar livre que conversam, à vista um do outro, (um dia as crianças em idade pré-escolar vão estar na escola primária). Todo o edifício abriga um ambiente natural primitivo, que atua como uma espécie de catalisador de longo prazo para a biodiversidade no coração do terreno. Na verdade, essa estrutura está viva, já que sua aparência muda. Através de sua função como um alicerce para a paisagem, apresenta um envelope que será diferente daqui a cinco ou dez anos, com toda a incerteza da natureza, o que não necessariamente aparece onde se poderia esperar.

Corte 1
Corte 1

A Parede Viva: A "casca" do projeto, a parede viva, é feita de blocos pré-fabricados de concreto. Esses blocos apresentam dois tipos diferentes de textura. O lado visível é suave, polido, e reflete a luz. Os outros lados possuem nervuras, com textura áspera, rugosa, que funde-se numa única parede. Essa diferença de superfícies ajuda a canalizar a água para os lados dos blocos, evitando assim o gotejamento sobre o lado visível e o envelhecimento prematuro. A oposição dessas duas texturas também enfatiza a profundidade da fachada e aumenta seu realce.

© David Foessel
© David Foessel

Na parte inferior, e até uma altura de cerca de dois metros, a parede autoportante é suavizada ou inclina-se para o exterior, impedindo o acesso a pessoas de fora, mas também potenciais perigos. Os recortes das fachadas laterais também incentivam a vegetação (taças para samambaias, concreto áspero para musgos); pequenas cavidades e dobras são destinadas a animais (saliências para andorinhas, cantos porosos para insetos) e agem como um convite para a criação de ninhos de diversas variedades de aves. O escalonamento dos blocos aumenta os tipos de potenciais habitats para as diferentes espécies esperadas no local. Caixas-ninho foram inseridas nos blocos de concreto e suas dimensões foram projetados para espécies como o gavião, morcegos, andorinhas, entre outros.

Corte 2
Corte 2

O telhado: O telhado é um jardim suspenso, doze metros acima do ginásio. É a casa de três níveis de vegetação: A pradaria de plantas mesophilus plantada em 50 centímetros de terra, uma franja arbustivo-terra e uma ilha de floresta plantada em 1 metro de terra. A continuidade de corredores ambientais criados por flora permite comunicação natural entre as espécies. Este jardim elevada tem duas funções: a primeira, para a fauna da parede e para os seus próprios fauna, ele é rico em recursos (habitats de vida adicional, nutrição, etc.), assegurando o sucesso da biodiversidade. Além disso, contribui para a melhoria das condições de vida no edifício de escritórios ao norte e os apartamentos a sul, presenteando com uma paisagem elevada.

© David Foessel
© David Foessel

O Projeto: O projeto apresenta um programa misto para construir uma escola, um ginásio, mas também incorporar um terceiro elemento: o fomento à biodiversidade. Com restrições distintas em termos de volume e espaços para estes três elementos, decidiu-se concentrar-se na fluidez de conexões entre cheios e vazios e, especialmente, entre os diferentes níveis topográficos.

Corte 3
Corte 3

Essas conexões oferecem uma ordem lógica para os vários elementos: os espaços de ensino simples, rigorosos e de suporte conversam com os espaços ao ar livre de brincadeiras com contornos flexíveis que são sistematicamente sujeitos a um processo de paisagismo acessível mais lúdica, que envolvem a continuidade visual. O ginásio sobe a uma altura de doze metros, enquanto a escola fica sobretudo no térreo e primeiro pavimento, depois aumentando progressivamente até o terceiro pavimento para a escola primária.

© Cyrille Weiner
© Cyrille Weiner

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Sobre este escritório
Chartier Dalix Architectes
Escritório
Cita: "Escola Primária para Ciências e Biodiversidade / Chartier Dalix Architectes" [Primary School For Sciences And Biodiversity / Chartier Dalix Architectes] 24 Mar 2015. ArchDaily Brasil. (Trad. Souza, Eduardo) Acessado . <https://www.archdaily.com.br/br/764158/primary-school-for-sciences-and-biodiversity-chartier-dalix-architectes> ISSN 0719-8906