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Casa V’ / Wiel Arets Architects

  • 09:00 - 26 Dezembro, 2014
  • Traduzido por Arthur Stofella
Casa V’ / Wiel Arets Architects
Casa V’ / Wiel Arets Architects, © Jan Bitter
© Jan Bitter

© Jan Bitter © Jan Bitter © Jan Bitter © Jan Bitter + 24

  • Equipe de Projeto

    Wiel Arets, Alex Kunnen, Joris Lens, Breg Horemans, Felix Thies, Daniel Meier
  • Colaboradores

    Francois Steul
  • Consultoria

    Palte BV, Wetering Raadgevende Ingenieurs BV, Permasteelisa BV
  • Mais informações Menos informações
© Jan Bitter
© Jan Bitter

Descrição enviada pela equipe de projeto. A Casa V' foi construída para um casal que coleciona carros antigos, e é costurad\ dentro da malha medieval de Maastricht. A cidade dita que todas as novas estruturas devem permanecer dentro do envelope de edifícios pré-existentes, e assim um corte foi criado na fachada frontal da casa para gerar uma superfície triangular, que sai a partir do telhado inclinado de um dos vizinho para parede do vizinho oposto. Por ser um terreno longo e estreito, foram cortados vazios no volume máximo permitido para garantir que a luz natural penetrasse por todo o interior. O piso térreo é aberto para os elementos exteriores e afundado na parte de trás do terreno, o que torna permissível uma altura de dois pavimentos. A parte coberta do espaço exterior serve como uma garagem ao ar livre para a coleção de Aston Martin's dos proprietários.

© Jan Bitter
© Jan Bitter

Como a casa encontra abrigo entre dois prédios históricos, é uma explosão de modernidade dentro deste bairro atualmente gentrificado de Maastricht. A casa é enorme, totalizando 530 m², e é introduzida através de duas portas de vidro deslizantes de grandes dimensões que perfuram sua fachada frontal. Estas portas servem como a entrada principal da residência e abrem tanto para sua esquerda quanto para a direita para a entrada a pé, e ambas retraem simultaneamente, para permitir a entrada de automóveis.

© Jan Bitter
© Jan Bitter

Devido a questões de segurança e privacidade, estas portas de entrada de vidro não têm alças ou fechaduras e são, ao invés disso, comandadas à distância a partir de qualquer iPhone, em qualquer lugar do mundo. Para mais privacidade a fachada frontal da residência foi sinterizada com um padrão de gradiente de pontos, que se dispersam em sua posição como a casa se ergue aos céus e foca em uma distância para compor uma imagem de cortinas esvoaçantes ao vento. Cortinas reais alinham o interior da fachada dianteira, para proporcionar privacidade.

© Jan Bitter
© Jan Bitter

A circulação em toda a casa ocorre através de dois caminhos. Uma escada "lenta" leva do piso térreo para a ampla sala de estar, que é ligada às áreas de cozinha e de jantar parcialmente elevadas por uma pequena rampa. A escada "rápida" atravessa toda a altura da casa e, juntamente com o elevador plataforma, permite atalhos verticais diretos para todos os níveis de vida. Assim, esta casa, com suas múltiplas intervenções de circulação, tais como a sua rampa na sala de estar e percursos "rápido" e "lento", é organizada não em torno da noção tradicional de pavimentos empilhados e ao invés disso é organizada em torno de sua seção de circulação. No ápice desta rota "rápida" está a entrada para um terraço amplo que também é o espaço mais público da casa, uma vez que oferece vistas panorâmicas sobre o skyline de Maastricht.

© Jan Bitter
© Jan Bitter

A sala foi suspensa a partir de duas vigas em L que se estendem por duas paredes estruturais de alvenaria que circundam a parte de trás do terreno. Hastes de tensão de aço medindo 5x10 cm estendem a partir destas vigas em L na fachada quase totalmente envidraçada da sala de estar, que permite que o seu volume flutue acima dos Aston Martin's abaixo. Por motivos de privacidade, este vidro foi tratado com um revestimento altamente reflexivo que lança uma tonalidade de chartreuse ou âmbar, dependendo da época e do ângulo do sol. Somente quando se utiliza a sala principal é que esta suspensão da sala se torna aparente, pois as vigas em L são visíveis a partir desta, que se abre para o telhado da sala de estar, que funciona como um terraço privado para os proprietários.

© Jan Bitter
© Jan Bitter

O aquecimento e o resfriamento é fornecido através de um núcleo de concreto como sistema de ativação oculto dentro dos pisos e telhados da casa, enquanto que todo o depósito é construído nas áreas de circulação, para dividir os espaços e definir os ambientes. Estas unidades de armazenamento projetadas de forma personalizada, também equipam o espaço do escritório, onde se esconde uma cama que pode ser utilizada para acomodar visitas.

Corte A - A
Corte A - A

Todas as áreas de armazenamento recuam devido a sua integração fluida, o que permite que o interior da casa permaneça flexível e aberto para uma definição efêmera. A cozinha de peça única personalizada, é construída com aço inoxidável, e a mesa de jantar, conectada a ela, fica em balanço por 3,5 m em direção à fachada frontal. O mobiliário e espaços de armazenamento personalizados, em conjunto com o concreto feito in loco e os múltiplos terraços, fazem da Casa V' uma expressão do espaço livre em um contexto de patrimônio regulamentado.

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Cita: "Casa V’ / Wiel Arets Architects" [V’ House / Wiel Arets Architects] 26 Dez 2014. ArchDaily Brasil. (Trad. Stofella, Arthur) Acessado . <https://www.archdaily.com.br/br/759261/casa-v-wiel-arets-architects> ISSN 0719-8906