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Arquivo Histórico do País Basco / ACXT

  • 12:00 - 30 Abril, 2014
  • Traduzido por Arthur Stofella
Arquivo Histórico do País Basco / ACXT
Arquivo Histórico do País Basco / ACXT, © Aitor Ortiz
© Aitor Ortiz

© Aitor Ortiz © Aitor Ortiz © Aitor Ortiz © Aitor Ortiz + 49

  • Arquitetos

  • Localização

    Rua María Díaz de Haro, 3, 48013 Bilbao, Biscay, Espanha
  • Arquiteto projetista

    Gonzalo Carro
  • Diretor de projeto

    Gonzalo Carro
  • Área

    8550 m²
  • Ano do projeto

    2013
  • Fotografias

© Aitor Ortiz
© Aitor Ortiz

Corte 1
Corte 1

A edificação se localiza na Rua María Díaz de Haro, próximo à avenida principal da cidade de Bilbao, a Gran Via. O terreno mede 20 metros entre as empenas dos edifícios adjacentes por 70 metros de profundidade, e faz parte de um dos blocos do Ensanche (alargamento da cidade) de Bilbao.

© Aitor Ortiz
© Aitor Ortiz

Abaixo do solo o edifício ocupa todo o lote. Acima do solo ele tem 25 metros de profundidade, seguindo os critérios estabelecidos na legislação de planejamento.

© Aitor Ortiz
© Aitor Ortiz

O programa é organizado por pavimento, dependendo do grau de controle de acesso dos diferentes usos da edificação.

© Aitor Ortiz
© Aitor Ortiz

O térreo, primeiro pavimento e parte do primeiro subsolo são espaços públicos de livre acesso: saguão principal, área de recepção, e diversas salas de exposição que também podem ser utilizadas como um espaço multifuncional. Através do saguão no térreo pode-se acessar o jardim, um espaço designado para acomodar diferentes usos, como exibições ao ar livre, área de leitura ou área para projeções de filmes.

© Aitor Ortiz
© Aitor Ortiz

No segundo pavimento está a sala de leitura e a área de consulta de documentos, acessada pelo público após credenciamento na recepção.

© Aitor Ortiz
© Aitor Ortiz

Nos outros níveis acima do solo estão as áreas de administração, laboratórios e áreas de processamento de documentação. Estas são áreas restritas ao público. Abaixo do solo, e também para uso privado, estão os cofres de documentos, salas de reunião e estacionamento. Estes espaços são acessados ​​diretamente do nível da rua através de um elevador para carros.

© Aitor Ortiz
© Aitor Ortiz

A fachada principal foi concebida como uma vibrante frente de vidro que aumenta a percepção do edifício, rompendo com planicidade da rua e dando ênfase a sua localização. O projeto procura grande transparência, permitindo que o funcionamento do edifício e a estrutura possam ser entendidos do exterior. A pele de vidro exterior é estampada com trechos de textos de alguns dos documentos preservados dentro do arquivo, de tal forma que o edifício não é visto como lugar fechado, privado e fechado a partir do cidadão.

© Aitor Ortiz
© Aitor Ortiz

A fachada interior foi projetada com uma linguagem que tenta estabelecer um diálogo formal com o resto dos edifícios do bloco, mantendo o caráter contemporâneo do edifício. Esta fachada e jardim procura projetar uma imagem amigável para os usuários do pátio, dignificando uma tipologia normalmente negligenciada nos edifícios da Ensanche.

© Aitor Ortiz
© Aitor Ortiz

No interior do edifício, optamos por utilizar um pé direito duplo, com pontos de passagem visíveis que irão enriquecer a relação entre os diferentes usos existentes no edifício. As áreas de trabalho planejadas são claras, livre de colunas e flexíveis, a fim de facilitar a adaptação às possíveis alterações funcionais.

© Aitor Ortiz
© Aitor Ortiz

Como a maior parte do programa foi desenvolvido no subsolo, o uso da luz natural e ventilação foi maximizada, de tal forma que os saguões para acessar os cofres de documentos ou garagem, que fica a 20 metros abaixo do nível do solo, contam com luz e ventilação natural. O núcleo de comunicações verticais e o núcleo dos sanitários do edifício, acima do nível do solo, também contam com luz natural. Como resultado, a maioria dos espaços e áreas de circulação são claras e agradáveis.

As paredes do subsolo, que ocupam todo o lote, foram executadas usando a técnica de hydrofraise, permitindo-lhes ser finalizadas antes da escavação se iniciar no terreno rochoso. Esta decisão significa que os tempos de execução das obras do subsolo foram encurtados e os efeitos da vibração sobre os edifícios adjacentes (alguns com quase 100 anos) foram significativamente reduzidos.

© Aitor Ortiz
© Aitor Ortiz

Os três primeiros pisos subterrâneos abrigam o arquivo de documentos, com capacidade para 20 quilômetros lineares de prateleiras; equipado com um sistema de condicionamento de ar para controlar a temperatura e umidade, bem como um sistema de protecção contra incêndios.

Arquivo Histórico do País Basco / ACXT, © Aitor Ortiz
© Aitor Ortiz

Foi pojetado um sistema de condicionamento de ar altamente eficiente que incorpora a recuperação da entalpia e um sistema de refrigeração livre, aproveitando ao máximo as condições internas e externas para reduzir o consumo de energia. Além disso, no pátio foi criado um jardim com vegetação que ajudará a resfriar o ar nos meses mais quentes do ano, permitindo que o sistema funcione de forma mais eficiente.

A energia utilizada para a iluminação é limitada pelo uso de equipamento de alto desempenho e tira vantagem de luz difusa para iluminar todas as áreas no subsolo e garagem. Apesar da profundidade de 20 metros, o uso de cores claras e poços de luz tornas estes espaços bastante claros durante os períodos diurnos, abrindo mão de iluminação artificial.

  • Colaboradores

    Ion Zubiaurre, Javier Manjón, Oscar Ferreira da Costa
  • Gerência do Projeto

    Gonzalo Carro
  • Custo

    Gabriel Bustillo, Fco. Javier Ruiz de Prada, Agurtzane Insa
  • Estruturas

    Miguel Angel Corcuera, Romina González
  • Engenhearia Ambiental

    Álvaro Gutierrez-Cabello, Rafael Pérez, Mikel Aguirre, Lorena Muñoz
  • Iluminação

    Álvaro Gutierrez Cabello, Miguel García, Susaeta iluminación
  • Serviços de Saúde Publica

    Álvaro Gutierrez Cabello, Lorena Muñoz
  • Engenharia Elétrica

    Álvaro Gutierrez Cabello, Miguel García
  • Telecomunicações

    Alvaro Gutierrez Cabello Arce, Estibaliz Lekue, Ignacio Alcázar
  • Design Gráfico

    Natalia González Matrelle, Roberto Fernández de Gamboa, Inés Uribarren Rua
  • CAD

    José Ramón Rodríguez, Carlos Olmedillas, Virginia Martín, Luis Miguel Escalona, Rebeca Pesquera
  • Administração

    Sonia López, Blanca Ugarte, Rosa Gutierrez
  • Supervisão do Terreno

    Gonzalo Carro
  • Gerência Executiva do Projeto

    Gabriel Bustillo
  • Construtor

    FERROVIAL Agroman SA

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Localização aproximada, pode indicar cidade/país e não necessariamente o endereço exato. Cita: "Arquivo Histórico do País Basco / ACXT" [Historical Archive of the Basque Country / ACXT] 30 Abr 2014. ArchDaily Brasil. (Trad. Stofella, Arthur) Acessado . <https://www.archdaily.com.br/br/601349/arquivo-historico-do-pais-basco-slash-acxt> ISSN 0719-8906