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Castelo Heidelberg / Max Dudler Architekt

  • 20:00 - 28 Janeiro, 2013
  • Traduzido por Gica Fernandes
Castelo Heidelberg / Max Dudler Architekt
© Stefan Müller
© Stefan Müller
  • Arquitetos

  • Localização

    69117 Heidelberg, Alemanha
  • Gerente de Projeto

    Simone Boldrin
  • Colaboradores

    Patrick Gründel, Julia Werner
  • Engenharia Estrutural

    Ingenieurbüro Schenck
  • Cliente

    Land Baden-Württemberg
  • Fotografias

© Stefan Müller © Stefan Müller © Stefan Müller © Stefan Müller + 20

Descrição enviada pela equipe de projeto. O Castelo Heidelberg é tido como um dos edifícios mais importantes do Renascimento ao norte dos Alpes. Depois de ter sido parcialmente destruído durante a Guerra dos Trinta Anos, e em muitas ocasiões desde então, o castelo foi completamente abandonado no século XVIII. Hoje a famosa ruína serve como um museu. Recebendo mais de um milhão de visitantes por ano, é um dos principais destinos turísticos do país e deixa uma impressão duradoura nos turistas internacionais que visitam a Alemanha.

fachada norte
fachada norte

O objetivo do centro de visitantes é familiarizar os clientes com o castelo antes de prosseguir para o castelo propriamente dito. O centro de visitantes mostra a história do castelo, bem como orienta os clientes, de modo a garantir uma visita sem problemas. Em maio de 2009, projeto de Max Dudler prevaleceu no processo de seleção de arquitetura. A pedra de fundação do centro de visitantes foi lançada no verão de 2010, tornando-se o primeiro prédio novo a ser construído no Castelo Heidelberg por mais de 400 anos. Este edifício mostra como a arquitetura contemporânea de Max Dudler está enraizada na história. Ao mesmo tempo, sua forma abstrata ressalta tanto a grandeza como a atualidade deste monumento cultural alemão.

© Stefan Müller
© Stefan Müller

O novo prédio está situado fora do antigo muro do anel defensivo, no portão de entrada para o castelo e jardim (Hortus Palatinus). A estreita faixa de terra escolhida para a nova estrutura fica entre uma pequena casa de jardim e um armazém de selas construído no reinado de Frederico V. Na parte de trás da construção há um muro de contenção do século XVII que eleva os terraços do parque acima. Com suas linhas de construção seguindo as dos seu entorno, o centro de visitantes esculturalmente projetado completa estruturalmente este pequeno conjunto de edifícios na área pátio.

© Stefan Müller
© Stefan Müller

Em termos arquitetônicos, o edifício combina com as fortificações históricas ao redor através de sua re-interpretação de elementos da arquitetura do entorno existente. Os vãos de janelas, por exemplo, são definidos mais de dois metros em suas paredes, ecoando as aberturas de grande porte que podem ser vistos do armazén de selas logo ao lado. As janelas do centro de visitantes estão posicionadas de acordo com exigências interiores do edifício e também oferece aos visitantes novas relações visuais com a construção da entrada e o jardim exterior. A popular Porta Elisabeth em particular, pode ser vista a partir de várias partes do interior. Vãos da fachada profundamente estabelecidos são possíveis por causa do layout especial do edifício: a vasta extensão de suas paredes exteriores esconde um número de pequenas salas de e uma escadaria. Como bolsos (Francês: poches), esses recessos interiores oferecem espaço para expositores, prateleiras e áreas de estar, enquanto o centro do estreito edifício permanece aberto.

© Stefan Müller
© Stefan Müller

Para a fachada, arenito local do Vale Neckar foi cortado com uso de maquinário, de modo a formar uma parede monolítica de blocos mais ou menos cortados, com junções que são quase invisíveis. Este detalhamento de alvenaria é uma re-interpretação contemporânea da histórica parede de retenção, com seu corte feito a mão em pedra bruta. Ao contrário do pesado relevo do exterior do edifício, as superfícies do seu interior são lisas. Os vidros das janelas grandes são alinhados com as paredes brancas rebocadas, do mesmo modo que os painéis de iluminação instalados nos tetos brancos rebocados. O piso é composto por um terrazzo polido azul claro. Todos os equipamentos e acessórios em recessos, assim como as portas e outros móveis são feitos de madeira de cerejeira.

© Stefan Müller
© Stefan Müller

Garantir um bom fluxo de um grande número de visitantes foi um desafio específico colocado pelo programa arquitetônico. O projeto de Dudler resolve isto com a seu engenhoso "passeio arquitetônico" através da construção: os visitantes procedem a partir do hall de entrada para a sala de educação, então para cima do terraço, com vistas elevadas do castelo antes de sair através das escadas exteriores na parte traseira do prédio para começar uma turnê no castelo propriamente dito. Deste modo, todo o potencial desta pequena construção é percebido, assegurando que tem tanto o uso de múltiplos propósitos, como também permite a capacidade máxima de visitantes.

planta 1º andar
planta 1º andar

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Localização aproximada, pode indicar cidade/país e não necessariamente o endereço exato.
Sobre este escritório
Cita: "Castelo Heidelberg / Max Dudler Architekt" [Heidelberg Castle / Max Dudler Architekt] 28 Jan 2013. ArchDaily Brasil. (Trad. Fernandes, Gica) Acessado . <https://www.archdaily.com.br/93943/castelo-heidelberg-slash-max-dudler-architekt> ISSN 0719-8906

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