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Huis aan ‘t laar / 51N4E

Huis aan ‘t laar / 51N4E
Huis aan ‘t laar / 51N4E, © Filip Dujardin
© Filip Dujardin

© Filip Dujardin              © Filip Dujardin              © Filip Dujardin              Cortesia de 51 N4 E + 14

  • Arquitetos

  • Localização

    Zoersel, Bélgica
  • Parcerias de 51N4E

    Johan Anrys, Freek Persyn, Peter Swinnen
  • Equipe de 51N4E

    Karel Verstraeten, Jan Opdekamp, Aline Neirynck, Paul Steinbrück
  • Área

    1320.0 m2
  • Ano do projeto

    2012
  • Engenheiro Estrutural

    BAS/ Dirk Jaspaert, All-Ingineering
  • Engenheiro Técnico

    Henk Pijpaert
  • Cliente

    Vzw Monnikenheide
  • Orçamento

    € 1,180,000
  • Área Do Terreno

    4,800 m2
  • Mais informações Menos informações
© Filip Dujardin
© Filip Dujardin

Descrição enviada pela equipe de projeto. A organização sem fins lucrativos Monnikenheide tornou-se um laboratório para arquitetura de instalações de saúde na Bélgica, durante a última década. Está localizada em uma pequena floresta em Zoersel, um município na província de Antuérpia. Monnikenheide oferece serviços para pessoas com deficiência mental e suas famílias. No terreno, uma clínica de pacientes ambulatoriais foi estabelecida, juntamente com uma casa de curta estadia e um lar para as pessoas que precisam de atenção constante durante a sua internação. Em 2009, por causa da crescente demanda por novas residências, decidiu-se construir um novo lar para Monnikenheide. Depois de um pequeno concurso, o escritório de Bruxelas 51N4E foi convidado a construir o Huis aan ’t Laar’ (Casa na clareira da floresta) - um projeto residencial com 16 apartamentos estúdio para (jovens) adultos com deficiência intelectual. Os clientes vivem nesta casa dia e noite, e são parte de um grupo de oito membros. Cada grupo possui um companheiro.

© Filip Dujardin
© Filip Dujardin

A primeira decisão de projeto de 51N4E foi acomodar estes dois grupos em um edifício - uma decisão que não é evidente, e que é em grande parte para evitar a construção de pavilhões diferentes.  Por razões práticas e psicológicas, é melhor para estes clientes não ter contato, numa base diária, com mais de oito outros indivíduos. Portanto, ‘Huis aan ’t Laar’ consiste, em certo sentido, de duas casas idênticas. No entanto, o edifício não aparenta a sua dupla natureza, exceto na notável escada de divisão, que corta como uma tesoura através do coração da casa. Esses lances de escadas estão no início de dois percursos distintos, conectando oito dormitórios individuais, um banheiro, uma lavanderia e uma sala com cozinha, levando para o jardim ao ar livre. Em alguns lugares, como no estúdio dos companheiros, os dois circuitos se encontram. A combinação dos dois grupos e seus espaços resultantes consiste em um edifício compacto, composto de três níveis e um subsolo. Ele funciona perfeitamente, apesar de simplesmente nunca demonstrar sua própria natureza ou estrutura.

Cortesia de 51 N4 E
Cortesia de 51 N4 E

Esta qualidade um tanto misteriosa é própria para o exterior também. A planta baixa do edifício é irregular, definida pelas condições internas e externas. De modo a evitar todos os dormitórios retangulares e estritamente funcionais,que geralmente são projetados para arquiteturas de edifícios de saúde, o escritório quis que todos os dormitórios possuíssem ao menos um canto e uma janela com vista numa direção diferente da outra. Isso, de fato, resulta em apartamentos distintos, não tão grandes (embora com uma média de 27 metros quadrados que ultrapassam o padrão), mas que, no entanto, podem ser facilmente divididos em diferentes esferas de estar - para dormir, assistir TV, ler, ou apenas olhar a janela e as muitas árvores. Exatamente por causa das árvores existentes (e das vistas esplêndidas que elas oferecem), o contorno do edifício é esticado ou amassado a fim de aproximar-se ou afastar-se do entorno.

© Filip Dujardin
© Filip Dujardin

E assim, este projeto é ao mesmo tempo um exemplo perfeito da arquitetura contemporânea e de instalações dignas de saúde, e uma negação de todo clichê formal que poderia ser atribuído a um edifício deste tipo. Quem quer que se aproxima, torna-se gradualmente consciente da sua presença entre as árvores, implantada no topo de um pequeno monte verde. De um lado, a inclinação cai de repente, abrindo espaço para o que parece ser as raízes do edifício, mas que na verdade é a entrada para o porão, onde as bicicletas podem ser estacionadas e as entregas feitas. Por outro lado, a colina inclina-se lentamente, de modo que se pode percorrer através da sala, e é possível acessar o exterior para uma refeição ou apenas contemplação. Não é apenas a ligação com a paisagem (artificial) que define a aparência do edifício - é também o contraste entre o verde do ambiente natural, o azul do céu e o preto da fachada. Preto, de fato - apenas as janelas, aparentemente espalhados ao acaso, são como manchas amarelas, quadradas, presas à fachada, logo que a noite cai. Esta fachada é feita de placas de madeira de Larício Siberiano, ligeiramente carbonizadas de modo que a superfície é escurecida e a durabilidade aumentada. Este tratamento do material pode, juntamente com a concepção formal e funcional atrevida, ser considerado uma homenagem às casas do arquiteto japonês Terunobu Fujimori, cujos projetos muitas vezes têm um caráter um tanto fantasiosos, ou pelo menos não mundanos. O mesmo vale para o 'Huis aan' t Laar, que, como se viesse de um sonho, não pretende revelar o seu significado. Mas quem vive nele, ou o visita, entende como ele funciona, obviamente.

Autor do Texto: Christophe Van Gerrewey
Publicado em: Abitare magazine #524 - Julho e Agosto 2012

© Filip Dujardin
© Filip Dujardin

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Sobre este escritório
51N4E
Escritório
Cita: "Huis aan ‘t laar / 51N4E" [Huis aan ‘t laar / 51N4E] 18 Jan 2013. ArchDaily Brasil. (Trad. Alves, Jorge) Acessado . <https://www.archdaily.com.br/92152/huis-aan-t-laar-slash-51n4e> ISSN 0719-8906

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