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Uma Casa Na Floresta / Igloo Architecture

  • 10:00 - 27 Dezembro, 2013
  • Traduzido por Isabela Costa
Uma Casa Na Floresta / Igloo Architecture
Uma Casa Na Floresta / Igloo Architecture, © Andrei Creangă
© Andrei Creangă

© Andrei Creangă © Andrei Creangă © Andrei Creangă © Andrei Creangă + 19

  • Arquitetos

  • Localização

  • Equipe de Projeto

    Bruno Andreşoiu, Ana Dinuţă, Catrinel Negru, Mircea Stroescu, Dana Tigan
  • Engenheiro Estrutural

    Paul Sandu, Florentina Sandu
  • Instalações

    George Cristescu, Emanuel Mihai
  • Área

    550.0 m²
  • Ano do projeto

    2013
  • Fotografias

Uma Casa Na Floresta / Igloo Architecture, © Andrei Creangă
© Andrei Creangă

Descrição enviada pela equipe de projeto. A forma da casa reitera a configuração aleatória de três varetas de madeira caídas no chão, uma em cima da outra, sobre um tapete de folhas, ou talvez ali reunidas para iniciar uma fogueira. A composição formal mantém esta aleatoriedade e adiciona o material genético que contém dados para o crescimento e a adição de volumes. A árvore, o arbusto e especialmente a madeira, com sua materialidade, são considerados como a geradores de elementos expressivos na casa, tanto do ponto de vista formal como tátil.

Corte
Corte

O projeto tenta captar o maior número de pontos de vista da floresta quanto possível e tirar o máximo proveito da implantação da casa entre troncos de árvores esguias. Ao mesmo tempo, a casa busca proteger a floresta, ao circundar as árvores na medida em que a construção se espalha por todo o terreno. Esta expansão em várias direções é compensada no interior, onde o projeto torna-se verdadeiramente um "todo" novamente em torno da escadaria interna. A escada concentra a atenção dos usuários, às vezes até mesmo tenazmente orientando-se para a natureza circundante.

© Andrei Creangă
© Andrei Creangă

Suspenso no terreno com a ajuda de muros de suporte, o volume construído é separado do chão, deixando seus pilares estruturais de concreto descobertos e que abrigando a plataforma da garagem. Como a copa de uma árvore subindo em direção ao sol, os níveis da casa tornam-se folhas sobrepostas, plataformas flutuantes de abertura progressiva, da base ao topo, em terraços que são cada vez mais expostos à luz, uma configuração que permite a remoção do principais espaços do nível do solo, que fica, inevitavelmente, à sombra. Por uma questão de necessidade, cada sala de estar abre-se para a floresta, e cada acesso é mediado quer por um terraço aberto ou fechado, ou por uma loggia.

© Andrei Creangă
© Andrei Creangă

Do ponto de vista funcional, os espaços são agrupados em áreas volumétricas facilmente identificáveis​​, sempre circundando o tronco - a cavidade vertical, chegando até a altura total dos três andares, abriga a escadaria interior. Assim, a escada é o elemento central de funcionamento e o princípio da ordenação das áreas de convivência que são mantidas separadas e alinhadas novamente no nível médio da seção de acordo com critérios hierárquicos. É ao mesmo tempo o elemento que determina as diagonais sobre a fachada. No volume situado no piso térreo encontramos os espaços técnicos e de um apartamento de um quarto reservado para a equipe de manutenção. O volume intermediário é composto por três áreas distintas: a área diurna principal e cozinha, a sala de jantar e salas de estar, um quarto de hóspedes e um estúdio com um escritório, quarto, closet e banheiro. No volume superior encontramos duas áreas distintas, também partindo da escada: um quarto com banheiro e o quarto principal com suíte e closet.

© Andrei Creangă
© Andrei Creangă

A cobertura nas principais áreas diurnas é uma imagem 2D do bosque capturada em still frame do meio para cima: uma alternância de superfícies cegas de painéis de madeira e painéis de vidro, permitindo que a paisagem participe do cotidiano da casa. As áreas noturnas e espaços secundários têm janelas nas laterais superiores, que permitem a iluminação e ventilação agradáveis e não impor quaisquer restrições ao mobiliário.

© Andrei Creangă
© Andrei Creangă

As superfícies horizontais exteriores compõem uma proporção significativa da percentagem construída total, resultado da tentativa de integrar a floresta e a luz natural na vida cotidiana na casa. As janelas são na maioria dos casos deixadas descobertas, aproveitando a cobertura viva fornecida pelas copas das árvores. Sua materialidade foi concebida para responder tanto a critérios de arquitetura, bem como a quaisquer critérios relativos à manutenção, enquanto o travertino Filadélfia,  combinando com a madeira, reitera os tons cromáticos das folhas secas que cobrem a casa durante todo o outono. As balaustradas de vidro nos terraços e varandas suportam uma abertura para a floresta, bem como a integridade visual das principais linhas volumétricas.

© Andrei Creangă
© Andrei Creangă

Em um local tão inspirador e expressivo, o arquiteto se encontra na posição delicada de negociar o grito interior repetitivo e obsessivo: CONSTRUÇÃO, ABRIGO, VOLUME, com o silêncio dominador da floresta, envolvendo e protegendo seu ecossistema. Sua resolução é a de um sussurro. Os tons tornam-se vitais, já que o conteúdo não pode ser alterado - é, afinal, uma casa do século 21.

Planta 1° Pavimento
Planta 1° Pavimento

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Sobre este escritório
Igloo Architecture
Escritório
Cita: "Uma Casa Na Floresta / Igloo Architecture" [A House In A Forest / Igloo Architecture] 27 Dez 2013. ArchDaily Brasil. (Trad. Costa, Isabela) Acessado . <https://www.archdaily.com.br/163829/uma-casa-na-floresta-slash-igloo-architecture> ISSN 0719-8906

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