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Conde Duque / Carlos de Riaño Lozano

Conde Duque / Carlos de Riaño Lozano
Conde Duque / Carlos de Riaño Lozano, © Miguel de Guzmán
© Miguel de Guzmán

© Miguel de Guzmán © Miguel de Guzmán © Miguel de Guzmán © Miguel de Guzmán + 35

  • Colaboradores

    Almudena Peralta Quintana, Rebeca Hurtado Díaz
  • Estrutura

    OTEP INTERNACIONAL
  • Construtor

    EDHINOR, U.T.E. F. MOLINA – GEOCISA, PECSA, F. MOLINA, CPA y VIAS
  • Mais informações Menos informações
© Miguel de Guzmán
© Miguel de Guzmán

Descrição enviada pela equipe de projeto. Em 1717, Pedro Ribera desenhou seu primeiro projeto para o quartel de Conde Duque em Madri. O projeto resolveu um ambicioso programa para abrigar mais de 600 homens e 400 cavalos da Guarda Real. Por quase três séculos o edifício manteve a mesma estrutura, tendo superado inúmeros desafios. O mais significante deles foi dois incêndios na metade do século XIX que quase resultaram na demolição e reconstrução do edifício. O restauro nunca foi concluído.

© Miguel de Guzmán
© Miguel de Guzmán

Em 2004, com a elaboração do Plano Diretor, iniciou-se uma nova aventura na história de Conde Duque, que teve fim com a conclusão das obras em 2011, após uma renovação completa do edifício. Naquele momento o projeto era uma aposta arriscada, já que este era o segundo maior edifício em Madrid, atrás apenas de Alcázar, o antigo palácio real. E ele continua sendo um dos maiores e menos conhecidos edifícios históricos da cidade. 

© Miguel de Guzmán
© Miguel de Guzmán

As primeiras imagens de seu interior mostravam grandes naves com arcos de tijolos apoiados sobre pilares de granito. Espaços simples e austeros compostos por sólidas estruturas de tijolos. O imponente espaço clamava por uma solução óbvia: manter o esqueleto, remover os acréscimos e concentrar as novas intervenções. O objetivo era compor um grande e neutro contenedor onde objetos atemporais e elementos específicos pudessem ser colocados.

© Miguel de Guzmán
© Miguel de Guzmán

O programa proposto pela Cidade de Madri tinha consciência destas premissas e facilitou a tarefa. Era exigido a criação de lugares de interação, espaços multi-uso e um pequeno conjunto de espaços para o desenvolvimento de atividades (uma sala de concertos, um teatro...). Os pátios internos moldam o vasto e disperso programa; também são uma oportunidade de recuperar espaços abertos e permitir que o interior e o exterior fluam. O edifício é ainda muito hermético em relação ao exterior, porém, estes espaços oferecem uma face amigável e acessível. 

© Alfonso Quiroga
© Alfonso Quiroga

A intervenção consistiu em duas fases. A primeira abordava a porção sul do edifício - onde a arquitetura original ainda se mostrava bastante autêntica - onde foram colocadas as salas de exposições e concertos. Uma sequência de grandes ambientes é alterada apenas por pequenas caixas fechadas que ocultam as novas passagens. As peças únicas, como a Sala de Concerto, o Teatro e a Sala de Assembleias, criam suas próprias ambiências e dão seu próprio toque a cada ambiente. A segunda fase abordou a porção norte, que fora extensivamente alterada com o  passar do anos. Esta fase reorganiza os arquivos, a biblioteca, o observatório e o Museu de Arte Contemporânea. 

© Miguel de Guzmán
© Miguel de Guzmán

Uma linguagem em comum unifica o edifício como um todo. As estruturas originais sobreviventes foram recuperadas e descascadas, removendo as sobrepostas camadas de tinta, resultando em uma superfície homogênea e contínua. Os acréscimos foram pintados de branco, liberando as fachadas para que pudessem contar sua história. Se as superfícies - incluindo as vergas e cornijas - são a base para o discurso, são os vazios que proporcionam as nuances. Perfeitamente ordenados, com um ritmo que se repete, contam com esquadrias de ferro e madeira que minimizam o impacto externo sem condenar o calor interior.

Corte
Corte

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Localização aproximada, pode indicar cidade/país e não necessariamente o endereço exato. Cita: "Conde Duque / Carlos de Riaño Lozano" [Conde Duque / Carlos de Riaño Lozano] 18 Nov 2013. ArchDaily Brasil. (Trad. Baratto, Romullo) Acessado . <https://www.archdaily.com.br/153538/conde-duque-slash-carlos-de-riano-lozano> ISSN 0719-8906