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L’Atelier / AAVP Architecture

L’Atelier / AAVP Architecture
L’Atelier / AAVP Architecture, © Luc Boegly
© Luc Boegly

© Luc Boegly © Luc Boegly © Luc Boegly © Luc Boegly + 42

  • Arquitetos

  • Localização

    Normandy, Capelle-les-Grands, França
  • Arquiteto

    Vincent Parreira
  • Gerentes de Projeto

    Marie Brodin, William Wong Min
  • Estrutura

    Beton Ingenierie
  • Designer Gráfico

    Nicolas Vrignault
  • Economista

    Camebat, Gilles Pasquier
  • Área

    2545 m2
  • Ano do projeto

    2013
  • Fotografias

© Luc Boegly
© Luc Boegly

No centro próximo à Praça das Armas, a cidade de Gournay-en-Bray acaba definalizar um centro cultural que abriga uma biblioteca multimídia e atividades culturais. Esse novo centro foi construído no terreno previamente ocupado pela fábrica Damau. A “Oficina” (uma referência as antigas oficinas da fábrica Damau) reúne dois grandes desafios:

-construir uma estrutura contemporânea na parte de trás do terreno, redefinindo a relação com seu ambiente natural (jardins, becos, paredes vizinhas) e estruturas ao redor (estilos nobres, abrigos tradicionais, edificações características)

-garantir que a nova estrutura seja compreendida em relação aos edifícios existentes através do enquadramento de visuais das entradas principais e secundárias.

© Luc Boegly
© Luc Boegly

Com suas empenas seguindo o perímetro do lote existente, o edifício conhecido como “Sinal”, pode ser identificado por seus painéis de fachada feitos de cobre. Um letreiro vertical (de 4 metros de altura) feito de acrílico e composto por 8 letras foi montado a partir de 4.5 metros do chão para identificar o centro. Para garantir sua legibilidade, apesar da grelha semi-tranparenteque fica atrás, o letreiro é retroiluminado, liberando uma luz suave e não obstrutiva. A principal função deste edifício “a céu aberto” é anunciar a presença do centro cultural na rua. Como o edifício não possui fins comerciais, o sinal serve apenas para comunicar a cidade das atividades culturais de Gournay-em-Bray. O letreiro reflete uma releitura contemporânea desinalização, uma clara referência ao estilo marcante de painéis de publicidade que, no passado, eram tão característicos das paisagens rurais francesas. Esse edifício será usado principalmente para propósitos administrativos e não é aberto ao público. A nova subestação transformadora EDF está localizada em seu interior, com plataformas técnicas que criam telas intermitentes.

© Luc Boegly
© Luc Boegly

O novo edifício – pedra fundamental do projeto e identidade do centro cultural – está em perfeita harmonia com a arquitetura do centro da cidade. As linhas inclinadas duplas pertencentes às estruturas de outrora encontram um arquétipo contemporâneo, revestido de ardósia roxa escura e interrompido de forma intermitente, de acordo com as necessidades doprograma, por volumes que emolduram a paisagem. Este tipo de plano, muito característico da cidade de Gournay-en-Bray, torna-se um fio condutor que liga o velho ao novo, uma reinterpretação livre, e uma declaração em favor do artesanato e do estilo. O edifício inclui um piso térreo (biblioteca multimídia e escola de dança), um andar intermediário (escola de música) e um porão intermediário (instalações técnicas) que pode ser acessado pelo lado de fora. Com vista para o jardim, esse é o único edifício aberto ao público. Seu formato em “H” foi implantado no centro do terreno e conecta os dois prédios principais do projeto. O corpo da Maison des Associations (clubes locais e centro de atividades) é uma extensão da estrutura existente que empresta sua treliça de forma a aproveitá-la como ponto de conexão. O salão com painéis de vidro oferece um espaço generoso para exposições, além de promover acesso para locais onde ocorrem atividades variadas. A área destinada a adultos é próxima à entrada, já a área das crianças encontra-se mais para o fundo do edifício. A madeira utilizada sugere volumes similares a catedrais, com uma luz suave inundando as áreas de leitura.

© Luc Boegly
© Luc Boegly

© Luc Boegly
© Luc Boegly

© Luc Boegly
© Luc Boegly

© Luc Boegly
© Luc Boegly

© Luc Boegly
© Luc Boegly

Os volumes que abrigam as salas de leitura e biblioteca infantil são feitos de um revestimento de espessura variável. As grandes aberturas estão equipadas com persianas têxteis externas para protegê-las do sol.

Corte
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Sobre este escritório
Cita: "L’Atelier / AAVP Architecture" [L’Atelier / AAVP Architecture] 14 Nov 2013. ArchDaily Brasil. (Trad. Helm, Joanna) Acessado . <https://www.archdaily.com.br/153008/latelier-slash-aavp-architecture> ISSN 0719-8906

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