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O Jardim Australiano / Taylor Cullity Lethlean + Paul Thompson

O Jardim Australiano / Taylor Cullity Lethlean + Paul Thompson
O Jardim Australiano / Taylor Cullity Lethlean + Paul Thompson, © John Gollings
© John Gollings

© Ben Wrigley © Peter Hyatt © John Gollings © Ben Wrigley + 36

  • Cliente

    Royal Botanic Gardens, Cranbourne
  • Orçamento

    $11,000,000
  • Engenharia

    Meinhardt
  • Planejamento de Custos

    DCWC
  • Consultoria de Solo

    Robert van de Graaff
  • Iluminação

    Barry Webb and Associates
  • Irrigação

    Irrigation Design Consultants
  • Água

    Waterforms International
  • Mais informações Menos informações
© John Gollings
© John Gollings

Introdução
Em uma antiga pedreira de areia, um novo jardim botânico foi concluído, um que permite que os visitantes sigam uma jornada metafórica da água através da paisagem australiana, desde o deserto até a orla costeira.

Via a arte da arquitetura da paisagem, esta paisagem integrada reúne horticultura, arquitetura, ecologia e arte para criar o maior jardim botânico dedicado à flora australiana. Ele busca, por meio do projeto de experiências temáticas, inspirar os visitantes a verem as nossas plantas de novas maneiras.

© John Gollings
© John Gollings

A conclusão do Jardim Australiano vem em um momento onde os Jardins Botânicos em todo o mundo estão questionando pesquisas existentes e paradigmas recreativos e criando novos focos em mensagens de conservação da paisagem e um renovado interesse no envolvimento mais significativo do visitante.

O Jardim Australiano envolve visitantes expressando a relação de amor e ódio que o australiano tem com sua paisagem. Ele é abraçado ou evitado por seu povo, amado por sua beleza sublime ou odiado como a causa das dificuldades. Artistas e escritores foram muitas vezes inspirados para criar ou escrever em resposta a ritmos sutis, formas fluidas e uma flora tenaz da nossa paisagem, enquanto outros tentaram ordenar a paisagem, e concebê-la como forma humanamente concebida.

© Ben Wrigley
© Ben Wrigley

No Jardim Australiano, essas tensões são a gênese criativa do design, a expressão da nossa reverência e sentimento de temor, a paisagem natural, e nosso impulso inato para mudá-la, transformá-la em uma forma artificial do entendido como humanamente belo, mas a nossa própria obra.

No lado leste do Jardim, jardins de exposições, exibição de paisagens, terrenos de pesquisa e matrizes florestais que ilustram a nossa propensão para estruturar e ordenar as nossas paisagens de maneiras mais formais, enquanto no oeste, os visitantes são submersos por jardins que são inspirados por ciclos naturais, envolventes paisagens e formas florísticas irregulares. A água desempenha um papel de mediador entre essas duas condições, levando os visitantes a partir de escarpas de piscinas naturais, serpenteando curvas do rio e bordas costeiras.

© Ben Wrigley
© Ben Wrigley

Uma Experiência
Jardins na Austrália têm sido tradicionalmente modelados em precedentes da Europa ou, mais recentemente, tentaram recriar as qualidades sedutoras da paisagem australiana. O Jardim Australiano em contraste, usa a paisagem australiana como inspiração para criar uma seqüência de poderosas experiências escultóricas e artísticas da paisagem que reconhecem sua diversidade, amplitude de escala e de contrastes maravilhosos. Através destas composições criativas da paisagem, o projeto visa estimular e educar os visitantes sobre o uso potencial e a diversidade da flora australiana.

© John Gollings
© John Gollings

Destilação
Visitantes se envolvem com as coleções botânicas através de uma experiência intrinsecamente interpretativa. Uma sinalização didática é evitada em favor de uma abordagem de projeto da paisagem que se comunica por meio de narrativas de experiência e imersão. Aqui o design é um catalisador que evoca qualidades da paisagem australiana, via abstração, destilação e experiências esculpidas. Esta abordagem de projeto captura uma experiência intensa que não depende de mimetismo, ou simulacros.

© John Gollings
© John Gollings

Experiências concebidas como caminhar através do emaranhado de um assoalho da floresta de eucalipto, ou a passagem por um matagal costeiro podado pelo vento, se justapõe entre a reminiscência do fim de plantações florestais e jardins que evocam os padrões de urbanização na nossa orla costeira. A coleção botânica desempenha um papel de apoio fundamental para acentuar a experiência interpretativa.

Aqui a narrativa informou a composição e a experiência reforça a mensagem. O objetivo é encontrar um equilíbrio entre abstração, metáfora e poesia. Não só cada visitante levará para casa a mesma mensagem, como cada um terá sua própria experiência. Isso permite muitas camadas de descoberta emocional e intelectual.

© John Gollings
© John Gollings

Coreografia
Andar pela paisagem australiana é uma jornada de tecidos constantes, mudanças e saltos. Nunca se viaja em linha reta - a flora fica no caminho! Esta coreografia do movimento é capturada no Jardim Australiano, onde os visitantes são levados em uma jornada distintamente não-convencional. Os visitantes são convidados a entrar na paisagem através de um sistema que constantemente se transforma de acordo com a narrativa da paisagem e experiência do jardim. Caminhos duros no Garden Gondwana mudam para tornarem-se pratos circulares sobre a água que se conectam a um campo de pedras onde o caminho real não é mais aparente.

Da mesma forma como não há uma narrativa linear para descrever a paisagem australiana, os caminhos levam os visitantes por paisagem em muitas viagens e muitas experiências. Este é um jardim de descoberta, de múltiplas experiências e de conhecimento acumulado.

© John Gollings
© John Gollings

O Novo Público
Como é o maior jardim botânico dedicado à exibição de flora australiana, o Jardim Australiano está agora sediando uma vasta coleção de plantas para fins científicos, educativos e de conservação. Ele desempenha um papel vital em ajudar os cientistas e o público a compreenderem a história, o uso no presente e o que o futuro reserva para as plantas em ambientes naturais e urbanos. Ele abraça a importância da biodiversidade e da nossa maior compreensão da necessidade de proteger as espécies e os ecossistemas para salvaguardar o patrimônio biológico do mundo.

© John Gollings
© John Gollings

O Garden australiano porém executa outra função, como um novo espaço público de uma cidade em constante expansão. Mensagens de biodiversidade e de sustentabilidade estão integradas no seu papel como um novo destino turístico importante, onde não só os visitantes vêm para explorar as coleções de plantas, mas também para se divertir, através de oficinas interativas, música, cinema, mercados, cafés e jogos.

© Ben Wrigley
© Ben Wrigley

A Estratégia da Reabilitação
O Jardim Australiano está localizado em uma antiga pedreira de areia que havia desnudado a vegetação e exumado todos os vestígios de solo. Ao invés de importar novas meios de solo, a equipe de projeto, trabalhando com o horticultor e designer, Paul Thompson, perguntou como poderia o projeto e a seleção de flora responder criativamente a esta condição local desafiadora. O resultado utiliza 170 mil espécies de plantas e com 1700 totalmente adaptados a esta condição local desafiadora, com espécies selecionadas não só para a sua adequação aos baixos meios orgânicos, mas também a sua adaptação a baixa utilização de água e tolerância à seca.

Planta
Planta

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Sobre este escritório
Taylor Cullity Lethlean
Escritório
Paul Thompson
Escritório
Cita: "O Jardim Australiano / Taylor Cullity Lethlean + Paul Thompson" [The Australian Garden / Taylor Cullity Lethlean + Paul Thompson] 20 Jul 2013. ArchDaily Brasil. (Trad. Márquez, Leonardo) Acessado . <https://www.archdaily.com.br/128890/o-jardim-australiano-slash-taylor-cullity-lethlean-plus-paul-thompson> ISSN 0719-8906