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Factory Fifteen

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Como jovens arquitetos estão se envolvendo na indústria do cinema

Uma imagem da proposta "Romance of the Sky" de Hawkins/Brown, criada por Factory Fifteen, uma companhia de visualização e animação fundada por ex-alunos da Bartlett. Imagem © Factory Fifteen
Uma imagem da proposta "Romance of the Sky" de Hawkins/Brown, criada por Factory Fifteen, uma companhia de visualização e animação fundada por ex-alunos da Bartlett. Imagem © Factory Fifteen

Após dedicar cinco ou mais anos à sua formação, é de imaginar que os arquitetos recém-formados continuarão na profissão da arquitetura. No entanto, como mostra este artigo da BBC Business, muitos estudantes de arquitetura "estão usando suas habilidades em animação e projeto para entrar no mundo do cinema." Com o aumento da demanda por animações de todos os tipos, inclusive arquitetônicas, o número de carreiras na indústria cinematográfica que têm raízes em escolas de arquitetura parece ser cada vez maior. Arquitetos que se tornaram filmmakers trabalham agora em uma variedade de projetos, de efeitos especiais em videoclipes da Beyoncé e em filmes premiados pela Academia, a cenários virtuais de futuros edifícios e cidades.

A Cidade Tridimensional: Como os drones irão interferir na paisagem do futuro

Muitos têm associado os drones com a aeronave não tripulada utilizada na indústria de defesa, porém, como a tecnologia continua se desenvolvendo e melhorando, os drones ficaram menores e cada vez mais baratos. Os consumidores podem agora comprar o seu próprio instrumento por um pouco menos de 600 dólares e tal tecnologia já está provando ser útil a uma grande variedade de propósitos, incluindo possíveis usos para arquitetos, como a análise do local para a construção.

No entanto, esta tecnologia poderá ter consequências muito mais amplas, não só sobre o espaço aéreo acima de nossas ruas, mas também na forma como nós projetamos a fim de aumentar o tráfego civil e comercial dos drones. Assim como as outras tecnologias, carros ou sistemas de vigilância, moldaram a nossa infra-estrutura urbana, também deverá haver uma rede emergente de infra-estrutura para a tecnologia sem piloto. No caso dos drones, como eles se tornam cada vez mais precisos e ágeis, surgem oportunidades para a sua utilização em áreas urbanas. Se esses dispositivos podem ser programados para aprenderem manobras repetidas com o uso de câmeras e sensores, não é uma utopia dizer que em breve eles poderão aprender a navegar pelas cidades verticais cada vez mais complexas. Mas se os drones tornarem-se acessórios do nosso ambiente urbano, qual o impacto que eles terão em espaços exteriores? Eles poderão se tornar tão onipresentes nos céus da nossa cidade como os carros em nossas ruas?