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Vladimir Gintoff

NAVEGUE POR TODOS OS PROJETOS DESTE AUTOR

Zaha Hadid Architects divulga proposta para o Sberbank Technopark em Moscou

Zaha Hadid Architects (ZHA) anunciou um novo projeto para Moscou vencedor do concurso para projetar o Sberbank Technopark no Skolkovo Innovation Centre. Este é o primeiro anúncio feito pelo escritório desde o falecimento de Zaha no final do mês passado. Como líder de mercado do sistema bancário e econômico circulatório da Rússia desde 1841, o novo equipamento da Sberbank terá 131 mil metros quadrados e abrigará de 10 a 12 mil funcionários dos detores de marketing e tecnologia da informação.

World Architecture Festival divulga lista de jurados deste ano

O World Architecture Festival (WAF), maior evento internacional de arquitetura do mundo, divulgou a lista de jurados da edição deste ano. O evento anual -- composto por prêmios, conferências e exposições -- reconhece os projetos mais notáveis em diversas categorias e recebe, em média, dois mil visitantes de mais de sessenta países. O festival deste ano acontecerá entre os dias 16 e 18 de novembro na Arena Berlin, Alemanha.

As melhores instalações arquitetônicas do Coachella 2016

Coachella, o festival de musica anual que acontece em Coachella Valley na Califórnia é um espetáculo em muitos níveis, todavia, os artistas visuais, arquitetos, escultores e designers que contribuem para o sucesso do evento são frequentemente negligenciados. A seguir, compilamos as melhores instalações arquitetônicas do Coachella 2016.

Renzo Piano e ELEMENTAL entre os 8 finalistas do concurso internacional "Qatar's Art Mill"

A instituição Qatar Museums anunciou uma lista de oito finalistas que irão para a terceira e última fase da Art Mill International Design Competition em Doha. Em um terreno que se estende pelo Mar Árabe, que só foi ocupado recentemente pelo Qatar Flour Mills, o Art Mill integrará uma galeria e uma espaço para exposições com instalações para educação, eventos, conservação, manuseio de arte e pesquisa. Unindo o Museum of Islamic Art, projetado por I.M. Pei, com o National Museum of Qatar, projetado por Jean Nouvel e ainda em construção, segundo a organização do concurso, o "Art Mill estenderá e intensificará o bairro cultural que está sendo desenvolvido em Doha”.

Zaha Hadid Architects concluirá quatro projetos este ano

O escritório Zaha Hadid Architects tem atualmente 36 projetos em desenvolvimento em 21 países, e quatro deles serão concluídos ainda este ano. O Terminal Marítimo Salerno será inaugurado no fim deste mês, a Port House, na Antuérpia, em setembro, o Centro de Estudos e Pesquisas em Petróleo Rei Abdullah (KAPSARC), em Riade, em outubro, e a Galeria de Matemática no Museu de Ciência de Londres, em dezembro.

OMA anuncia a construção de seu primeiro projeto em Manhattan

O primeiro edifício do OMA em Manhattan será um edifício residencial localizado na 122 East 23rd Street, construído em colaboração com a incorporadora Toll Brothers City Living. Projetado pelo diretor da filial do OMA em Nova Iorque, Shohei Shigematsu, a torre é o resultado de uma década de esforços em construir um projeto na região.

Sou Fujimoto cria um "bosque de luz" para a COS no Salone del Mobile 2016

O fotografo Laurian Ghinitoiu registrou a parceria entre a loja de moda suíça COS e o arquiteto japonês Sou Fujimoto para o Salone del Mobile deste ano em Milão.

"Nesta instalação para a COS, considero fazer um bosque de luzes", afirmou Fujimoto. "Um bosque que consista em incontáveis cones de luzes vindos de pontos luminosos de cima. Essas luzes pulsam e se submetem constantemente à transitoriedade da situação e do fluxo. As pessoas se moverão por este bosque, como se fossem atraídas pelo encanto da luz. Luz e pessoas interagem entre si, com sua própria existência definindo a transição da outra".

COS × SOU FUJIMOTO. Imagem © Laurian Ghinitoiu COS × SOU FUJIMOTO. Imagem © Laurian Ghinitoiu COS × SOU FUJIMOTO. Imagem © Laurian Ghinitoiu COS × SOU FUJIMOTO. Imagem © Laurian Ghinitoiu + 31

12 projetos que explicam o urbanismo paisagístico e como ele está mudando as cidades

Em seu novo livro, Landscape as Urbanism (Paisagem como Urbanismo, em tradução livre), Charles Waldheim, Professor na John E. Irving e Diretor de Paisagismo na Graduate School of Design da Harvard University argumenta que para compreender a metrópole do século XXI "um entendimento tradicional da cidade como extrapolação de modelos e metáforas arquitetônicas não é mais viável dado a prevalência de forças ou fluxos maiores. Isso inclui rupturas ou quebras na lógica arquitetônica da forma urbana tradicional como compelida por mudanças ecológicas, econômicas e de infraestrutura."

Em outras palavras, as construções espaciais nos ambientes urbanos não deveriam mais ser ligadas à funções intratáveis ou tentativas de isolamento, mas deveriam se integrar ao tecido urbano. Esses tipos de projetos devem ser flexíveis às mudanças inevitáveis em funcionalidade e propósito que são os subprodutos da mudança econômica e evoluções nas intenções de uso do solo. Os doze projetos apresentados aqui são exemplares de tais práticas, tanto na forma como eles se adaptam às intervenções anteriores e como se movem para além da noção de um futuro estático para as condições urbanas que estão perpetuamente em fluxo.

Bienal de Veneza 2016 divulga lista de eventos paralelos

A Bienal de Veneza acaba de divulgar uma lista com 19 eventos paralelos que acontecerão simultaneamente à 15ª Exposição Internacional de Arquitetura -- Reporting from the Front -- que tem curadoria de Alejandro Aravena e é presidida por Paolo Baratta. A inauguração do evento principal acontecerá nos dias 26 e 27 de maio e o publico poderá visitar a exposição a partir de 28 de maio até 27 de novembro deste ano.

Os eventos paralelos, cada um selecionado por Aravena e promovido por alguma organização sem fins lucrativos, acontecerão por toda a cidade de Veneza e, nas palavras de Paolo Baratta, "[eles] contribuem, juntamente com um grande número de países participantes que não têm um pavilhão no Giardini ou no Arsenale, para difundir a 15ª Exposição Internacional de Arquitetura ao transformá-la em um fenômeno urbano que envolve todos os cantos da cidade."

Veja a lista completa dos eventos paralelos que acontecerão nesta edição da Bienal de Veneza:

Arndt Schlaudraff recria ícones da arquitetura com Lego

Na primeira Bienal de Arquitetura de Chicago, que aconteceu ano passado, uma das exposições era Architecture is Everywhere, de Sou Fujimoto Architects, na qual o escritório usou itens cotidianos, como grampos, caixas, salgadinhos, pedras e bolas de ping pong, combinados com figuras humanas, para criar novas formas arquitetônicas. Operando com a filosofia de que a "arquitetura é primeiramente encontrada e, então, feita", o projeto expressa a crença do escritório de que não precisamos procurar em fontes típicas para pensar de forma ousada sobre as possibilidades formais da arquitetura.

Desenvolvendo esta filosofia e usando apenas blocos brancos de Lego, o artista berlinense Arndt Schlaudraff criou uma série de construções que emulam precedentes do mundo real, mas carecem de sua materialidade e cor. Os resultados são formas estéreis e sem escala, definidas pela ortogonalidade dos blocos que se encaixam e nos remetem a alguns edifícios consagrados. Exibindo seu trabalho através do Instagram, Schlaudraff já reconstruiu ícones como o Tate Modern, o Centro de Inovação UC de Aravena, e o Pavilhão Barcelona de Mies.

A magia da luz na Abadia de Hexham

Em seu projeto Abbey Time Shift , o fotógrafo de arquitetura Andy Marshall busca capturar a natureza elusiva do tempo ao documentar as sutis mudanças de luz sobre a alvenaria artesanal da Abadia de Hexham, em Hexham, Inglaterra. Fazendo uso da capacidade da câmera de isolar mudanças de luz que possam ser imperceptíveis ao olho humano, Marshall arma "a mais delicada das armadilhas" ao realizar vídeos e colagens com imagens estáticas de determinados ângulos da Abadia com o sol enfatizando as imagens e detalhes arquitetônicos internos. Passando diversos dias na Abadia em 2013, Marshall assistiu à luz surgir e se desfazer em tempo real, mas compilou sua experiência em um breve vídeo e algumas colagens para que todos possam, de algum modo experienciar aquela atmosfera.

eVolo divulga os vencedores da "2016 Skyscraper Competition "

O concurso, agora em seu 11º ano, da eVolo Magazine divulgou os vencedores do 2016 Skyscraper Competition: três prêmios principais e 21 menções honrosas entre 489 inscrições. A premiação explora anualmente a vanguarda de construções de arranha-céus "em meio a novidades de tecnologia, materiais, programas, estética e organização espacial". Dentre os vencedores deste ano, há um projeto que propõe uma megaestrutura aterrada pelo perímetro do Central Parque, um arranha-céu que atua como um centro para drones em futuras aplicações comerciais e uma torre que aproveita o clima da Islândia como local ideal para servidores de dados.

Dia Mundial da Água: Arquiteturas que fazem uso da água como elemento de projeto

Em homenagem ao Dia Mundial da Água, que é comemorado hoje, 22 de março, compilamos uma série de projetos publicados em nossas plataformas que mostram as relações mais estratégias, inovadoras e inesperadas entre a arquitetura e este elemento vital. 

Arquitetura e água têm uma longa história de relações, dos aquedutos construídos pelos romanos à emblemática Casa da Cascata de Frank Lloyd Wright, e num momento em que tanto se discutem as mudanças climáticas, esta relação assume uma nova dimensão, fazendo eco a novos modos de pensar o vínculo entre o ser humano e a ecologia. A compreensão cada vez maior da necessidade humana pela água fez com que surgissem novos modos de incorporar este elemento em projetos de vanguarda. Os projetos a seguir apresentam a água sob uma variedade de aspectos: construções próximas a fontes naturais e corredeiras, projetos literalmente conformados pelo vapor, obras fisicamente imersas no líquido e, também, propostas que são ainda apenas visões de um futuro.

As contradições da construção civil na China pelas lentes de Raphael Olivier

Nos últimos 25 anos, a crescente economia chinesa proporcionou aos arquitetos uma necessidade quase interminável de oportunidades de construção. Empréstimos facilitados permitiram um aumento crescente em projetos de infraestrutura: a China consumiu mais concreto em três anos que os todo Estados Unidos utilizou no século XX. Mas em um país onde o número de cidades com mais de um milhão de habitantes passou de 19 em 1970 para 106 em 2015, a velocidade de desenvolvimento permitiu alguns experimentos de alto padrão juntamente com os muitos projetos necessários. Talvez não exista exemplo melhor deste fenômeno que a cidade de Ordos. A metrópole do Interior da Mongólia – lar de mais de 100.000 pessoas – que surgiu no deserto do norte em meados dos anos 2000 foi projetada para mais de um milhão de habitantes. A realidade veio à tona do grande público quando o grupo Al Jazeera escreveu sobre as incertezas do mercado imobiliário chinês.

Após ter vivido na China por vários anos, o fotógrafo Raphael Olivier finalmente cedeu ao impulso de ver Ordos com seus próprios olhos. Ao visitar a cidade no ano passado, encontrou uma cidade bem conservada que ainda é em grande parte desabitada. Entrevistei Olivier sobre o projeto, suas impressões sobre Ordos, a prosperidade chinesa, e o que isso significa para arquitetura fotográfica.

© Raphael Olivier © Raphael Olivier © Raphael Olivier © Raphael Olivier + 20

Cidades híbridas: Refletindo sobre os ecossistemas locais

Land Sparing of Tokyo's Yoyogi Park. Image Courtesy of Flickr CC user spektrograf
Land Sparing of Tokyo's Yoyogi Park. Image Courtesy of Flickr CC user spektrograf

Mais da metade da população mundial vive hoje nas cidades e a tendência é que este número aumente nos próximos anos. Tal mudança traz consigo implicações dramáticas que afetam os sistemas de permeabilidade de água no solo, polinização, redução de ruído, purificação do ar e regulações de temperatura, entre outros. Um novo estudo publicado por The Ecological Society of America, baseado em uma pesquisa conduzida pela University of Exeter e pela Hokkaido University, se aprofunda nos modos como a ocupação urbana do solo interfere nos sistemas ecológicos, e como podemos respeitar essas funções essenciais. O principal foco é uma comparação das táticas dicotômicas do espraiamento das cidades dos EUA versus o urbanismo denso e bem definido da Europa.

Saiba mais sobre o estudo e as soluções que ele oferece, a seguir.

Atelier 2B repensa o modernismo na era da colaboração e do compartilhamento

Em seu livro We Have Never Been Modern, o filósofo Bruno Latour conclui que a incapacidade de separar inerentemente a humanidade da natureza é uma das alegorias mais equivocadas do modernismo. Assim, designers contemporâneos que esperam citar ou ter uma continuidade com o modernismo devem compreender que arquitetura, mesmo quando estetizada, não está hermeticamente separada do mundo externo - e que, portanto, o modernismo não é um platô de projeto, mas outro acampamento na estrada do refinamento contínuo.

Em Chicago, a cidade onde o modernismo atingiu seu ápice tanto metafórico como físico, o Atelier 2B, uma equipe composta por Yewon Ji, Nicolas Lee e yan Otterson, foi recentemente premiada no concurso ChiDesign Competition, promovido pela Chicago Architecture Foundation, pelo seu projeto Soft in the Middle: The Collaborative Core. Em dívida com o legado de Mies e do Estilo Internacional, o Atelier 2B propôs uma Modernist-tower-redux composta por três volumes retangulares empilhados bisseccionados com terraços e afastados da rua por uma grande praça pública.

Cortesia de Atelier 2B Cortesia de Atelier 2B Design and Allied Arts High School. Cortesia de Atelier 2B Out-of-School-Time Youth Program. Cortesia de Atelier 2B + 8

Brooklyn Bridge Park: O que o projeto de O'Neill McVoy + NVDA diz sobre o estado atual da arquitetura

No ensaio de Mark Foster Gage "Rot Munching Architects", publicado na Perspecta 47: Money, o Assistente do Reitor da Faculdade de Arquitetura de Yale se esforçou para encontrar um significado no cenário projetual de hoje. Tomando o título do ensaio com um fluxo maior de exclamações em toda a fachada do pavilhão canadense como parte da instalação do artista Steven Shearer na 54ª Veneza Bienal de Arte em 2011, Gage encontrou verdade nas vulgaridades, argumentando que - em um sentido muito literal - "a experimentação arquitetônica deixou o prédio", como a disciplina tem se tornando impotente diante do cativeiro da ambição capitalista.

No verão passado, quando foram reveladas as 14 propostas finalistas da Brooklyn Bridge Park para as duas torres residenciais no controverso Píer 6 do parque, você poderia estar enganado em pensar que o projeto está vivo e bem. Uma advertência do Plano Geral de Projetos do Parque (GPP) foi da retirada de terras para o varejo, residencial e um hotel, a fim de assegurar o financiamento e alcançar autonomia financeira. Os planos já haviam alimentado uma década de batalhas legais e feroz oposição da comunidade local, com argumentos que vão desde o ambiente, estética, até os regimes de renda, mas no ano passado através de um resultado brilhante apareceu uma possibilidade, quando o parque revelou os planos do concurso incluindo aqueles feitos por Asymptote Architecture, BIG, Davis Brody Bond, Future Expansion + SBN Architects, WASA Studio e de particular interesse, O’Neill McVoy Architects + NV/design architecture (NVda).

Porto e Ponte Pedonal.Imagem Cortesia de O'Neill McVoy Architects Vista de Manhattan. Imagem Cortesia de O'Neill McVoy Architects Garden Spiral Tower. Imagem Cortesia de O'Neill McVoy Architects Orla do Brooklyn. Imagem Cortesia de O'Neill McVoy Architects + 15

Arquitetura construtivista de Yekaterinburg fotografada por Denis Esakov

A arquitetura construtivista é mais frequentemente relacionada à escritos e projetos que não saíram do papel. As duas estruturas mais famosas e radicais do movimento, o Monumento à Terceira Internacional de Vladimir Tatlin e o Tributo a Lenin de El Lissitzky nunca foram construídos. Na esteira da Revolução Russa de 1917, o construtivismo foi o resultado de artistas cubistas e futuristas combinando suas preocupações com a abstração e o movimento com as questões sociais dos bolcheviques na esperança de usar a arte como uma plataforma para motivar mudanças na sociedade. Enxergando os museus como "mausoléus da arte", em 1918 um novo jornal chamado "Arte da Comuna" afirmou: "O proletariado criará novas casas, novas ruas, novos objetos da vida cotidiana... A arte do proletariado não é um santuário sagrado onde as coisas são tratadas com indolência, mas trabalho, uma fábrica que produz novas coisas artísticas." [1]