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Arup Connect

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Como podemos implementar cidades inteligentes?

Neste artigo, originalmente publicado por Arup Connect como "Anthony Townsend on Smart Cities", Townsend discute seu livro "Smart Cities: Big Data, Civic Hackers, and the Quest for a New Utopia" e explica como, na sua visão, o impulso em direção às cidades inteligentes esta sendo liderado pelas pessoas erradas - ou seja, empresas de tecnologia com objetivos de curto prazo. Os arquitetos, planejadores e cientistas que deveriam estar liderando esta mudança, entretanto, geralmente encontram dificuldades para compartilhar seu conhecimento.

Seu livro argumenta que há uma necessidade de ações de base ao invés de implementação de cidades inteligentes de cima para baixo liderada por empresas. Como você vê arquitetos e engenheiros se encaixando neste quadro?

Arquitetos e engenheiros em geral devem atender os interesses de seus clientes. Há um equilíbrio que deve ser atingido, quase de projeto em projeto, sobre o quanto podem dizer de uma peça de tecnologia relacionada ao modelo de negócios para o projeto, ou até uma estratégia de placemaking, tem consequências não intencionais, ou que pode haver uma abordagem mais democrática ou inovadora.

Muito da visão de cidades inteligente foi formada por engenheiros de TI e profissionais de marketing. O problema não é só o fato de ser uma visão relativamente ingênua sendo forçada por empresas com objetivos de venda em curto prazo. É que simplesmente não compreende a complexidade do urbanismo de qualidade, e o papel que comunicação e informação têm na criação de bons lugares em que as pessoas gostariam de comprar, trabalhar, morar.

Leia mais sobre os desafios das cidades inteligentes a seguir

Pergunte à Arup: Quais as melhores maneiras de utilizar o 3ds Max em arquitetura?

Este artigo foi publicado originalmente em Arup Connect como "Ask Arup: Visualization Edition."

Em nossa última rodada de Pergunte ao Arup, o leitor Biserat Yesflgn, do ArchDaily, pediu dicas sobre o software de visualização 3ds Max (anteriormente conhecido como 3D Studio Max). Conversamos com o especialista em visualização nova-iorquino Anthony Cortez, do escritório Arup, para saber como ele usa o programa, quais competências os artistas de visualização em perspectiva precisam ter e como o campo está evoluindo.

Pergunte à Arup: Qual o melhor galho para se construir uma casa na árvore?

Vocês perguntaram, um engenheiro da Arup respondeu!

No primeiro da nossa série de vídeos com a Arup, o engenheiro estrutural Matt Clark responde à pergunta feita pela leitora Hannah Worthington na página do ArchDaily no facebook: "Como descobrir a capacidade estrutural de um galho para se construir uma casa na árvore?"

Quer ter sua pergunta respondida no próximo vídeo do "Pergunte à Arup"? Deixe suas dúvidas na seção de comentários abaixo.

Desenhando na Era Digital: mais relevante que nunca?

Nossos parceiros do Arup Connect falaram com Matt Williams, líder do grupo de engenharia de fachadas da Arup America, desenhista de mão cheia, sobre o papel do desenho na era digital. A entrevista a seguir, originalmente sob o título de "To Sketch or Not to Sketch," discute como o desenho permite a comunicação e como nosso excesso de confiança na tecnologia não é, na realidade, tão eficiente como pensamos.

Uma das coisas que estamos tentando desenvolver nas equipes de fachadas são pessoas que podem se relacionar com o arquiteto, desenvolvendo e respondendo requisitos arquitetônicos importantes.Tendo vindo da arquitetura, identifico, historicamente, um conflito, se é que esta é a palavra correta, entre arquitetos e engenheiros. No entanto, isto não deveria existir. Ao cabo, todos querem a mesma: um projeto de sucesso.

Leia o restante da entrevista a seguir...

Reconectanto o Metrô ao Céu

Nos primeiros anos do sistema de metrô da cidade de Nova York, a luz natural tinha um papel dominante na iluminação de espaços subterrâneos. A arquitetura enfatizava uma conexão com o céu, frequetemente através de aberturas zenitais implantadas nos canteiros centrais das avenidas.

Entretanto, provou-se extremamente difícil mantê-las limpas, e a luz eventualmente parou penetrar nos espaços subterrâneos. Com isso, a iluminação dos metrôs ficou exclusivamente a cargo da energia elétrica. Enquanto isso possibilitou grande flexibilidade nos projetos das estações, permitindo a construção em qualquer local e profundidade, também criou uma sensação de desorientação e alienação para alguns passageiros.

Para o projeto do Lower Manhattan's Fulton Center, a Arup, em conjunto com o arquiteto Grimshaw, procurou reconectar o sistema de metrô centenário ao mundo acima.

Saiba mais sobre o projeto na sequência...

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