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Centro Hazel Hare para a Ciência Ambiental / 180 Degrees Design + Build + colab studio

Centro Hazel Hare para a Ciência Ambiental / 180 Degrees Design + Build + colab studio

© Bill Timmerman© Bill Timmerman© Bill Timmerman© Bill Timmerman+ 37

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© Bill Timmerman
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Descrição enviada pela equipe de projeto. Muros e cercas são normalmente utilizados para manter as pessoas e ambientes separados, mas no Jardim Botânico do Deserto, uma série incomum de estruturas reunia as pessoas. Ao combinar madeira, concreto, aço, pedra e blocos criamos uma variedade de separadores ricamente texturizados, e altamente funcionais, que tanto dividiam fisicamente, como ligavam visualmente os espaços abertos. O Jardim também precisava separar a "frente da casa" das operações dos fundos, no Centro Hortícola, enquanto permitia ao público algum grau de acesso e compreensão da finalidade e inovação do edifício. Muitos projetos menos interessantes permaneceram parados, até que Salenger projetou um grande muro de rochas e gabiões, que não só eram funcionais, mas davam aos voluntários do Centro a oportunidade de se envolverem.

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Planta
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Cada "pedra de gabião" foi selecionada por seu comprimento e caráter — 1/3 do pedregulho deveria estar enterrado, de modo a suportar seu próprio peso. Enquanto cada rocha tinha uma altura diferente, os topos foram alinhados enterrando as rochas em alturas variadas, fazendo com que o resultado parecesse muito mais leve. Mais de 436 toneladas de rocha foram utilizadas de uma marmoraria em Kingman, e três semanas foram necessárias para colocar as 24 rochas no lugar.

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Elevações
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Quando a equipe de paisagismo e de construção começaram a dar nomes carinhosos aos pedregulhos, como Porkchop, Sputnik, La Lengua e Little Horn, sabíamos que tínhamos ajudado a criar uma forte conexão com o local. Os guias turísticos também se referem aos rochedos pelo nome, mostrando que a tradição e o amor aos lugares não é apenas o domínio da história antiga. A história está acontecendo hoje e será desfrutada pelas gerações futuras. Outro elemento nomeado foi a Grande Muralha, sendo secretamente chamada "HortHenge", após a famosa terraplenagem neolítica da Grã-Bretanha.

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"Tive orgulho de poder trabalhar na escavação e seleção das rochas, e determinar como colocá-las. O cliente estava aberto a novas ideias e teve paciência conosco", diz o gerente de projeto e arquiteto Dusty Bodrero, AIA. "O projeto do Centro mudou de forma muitas vezes, devido à flutuação do orçamento", observou ele, de modo que os voluntários ajudaram a conter o custo e alinharam-se bem com a nova forma de manter o terreno. Como a construção da Grande Muralha, a partir de rochas maciças seria um custo proibitivo, as zonas intersticiais das caixas dos gabiões foram preenchidas com rochas da mesma pedreira. Voluntários instalaram bolsões de irrigação em PVC nos gabiões, para criar jardins verticais, que simulavam microclimas do deserto, aos quais as espécies nativas poderiam se agarrar alegremente.

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A sustentabilidade foi um dos pontos altos do projeto. A construção comercial poderia resultar em um alto desperdício, e o muro de contenção de 30 metros iria exigir muitas formas de madeira e reforços de estabilização. "Se não for possível readequar a cofragem, tudo vai para o descarte. Não é mais uma madeira nova; está desbotada, manchada com concreto e com buracos", explica o arquiteto responsável, John Anderson AIA, da 180 Degrees Design + Build + colab studio. Desta forma, decidimos salvar a madeira serrada e dar-lhe uma nova vida, como uma textura ao longo da cerca de quatro metros de perímetro do pátio, além de ser uma peça de demonstração do centro educacional. Uma vantagem inesperada veio sob a forma de madeira livre.

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A empresa local Intel forneceu dois caminhões com paletes de madeira usados anteriormente, para o envio de produtos eletrônicos. Onde alguns enxergavam lixo, vimos oportunidades. Os voluntários do jardim quebraram os paletes em tábuas e depois os cortaram na medida, para serem usados na cerca e nas jardineiras. "Enquanto a Salenger era a líder no projeto, fomos trazidos como um parceiro para compartilhar nossa experiência", diz Anderson. Devido a nosso conhecimento tanto em projeto quanto em construção, o cliente percebeu que daríamos ao projeto toda a atenção que ele merecia.

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Localização do Projeto

Endereço:Phoenix, Arizona, Estados Unidos

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Sobre este escritório
Cita: "Centro Hazel Hare para a Ciência Ambiental / 180 Degrees Design + Build + colab studio" [Hazel Hare Center for Plant Science / 180 Degrees Design + Build + colab studio] 18 Out 2021. ArchDaily Brasil. Acessado . <https://www.archdaily.com.br/br/969978/centro-hazel-hare-para-a-ciencia-ambiental-180-degrees-design-plus-build-plus-colab-studio> ISSN 0719-8906

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