Ampliar imagem | Tamanho original
Observar a realidade de nosso ambiente construído nos permite reconhecer que existem identidades que os modelos e escalas existentes não representam. Estas vozes, não por acaso, têm sido as grandes ausências nos processos de planejamento e construção das cidades e de sua arquitetura. Seus desejos e formas de ser e viver no mundo foram excluídos e tornados invisíveis. Isso nos faz repensar quais vozes são representadas nos debates sobre o urbano e para quem se projeta a cidade? Valorizar e tornar visíveis as múltiplas e diversas experiências de mulheres e os conflitos no uso das cidades e seus espaços nos permitirá, sem dúvida, gerar novas perguntas que influenciarão na tomada de decisões ao planejar nossos ambientes. Como Zaida Muxí afirma em Mujeres, Casas y Ciudades, "diferentes experiências são obtidas a partir de diferentes realidades vividas, portanto, diferentes dados iniciais para abordar a resolução técnica de qualquer projeto. (...) Reconhecer essas diferenças não significa reafirmar a desigualdade, mas reconhecer que experiências diferentes implicam formas diferentes de conhecer e estar no mundo, e devemos aprender a dar igual valor às diferenças". Veja mais Veja a descrição completa
Compartilhar Compartilhar