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Este empreendimento, concebido e iniciado no governo de João Goulart, pode ser considerado um exemplo de transição entre a antiga gestão do IAPB [Instituto de Aposentadoria e Pensões dos Bancários] e a nova política habitacional que começa a ser implementada em 1964. ​O projeto, localizado em uma área de 2 milhões de m2 no Mandaqui, Alto de Santana, zona norte de São Paulo, foi um grande empreendimento, de 53 blocos residenciais, que previa vários equipamentos, entre ele duas escolas, uma com seis salas de aula e a segunda, bem maior, em um edifício de dois pavimentos com dezesseis salas de aula. Além disso, estavam previstos um centro esportivo com ginásio e piscina, um mercado e um centro social, cuja proposta incluía a instalação de biblioteca ambulante e salões recreativos. ​A obra foi dividida entre as construtoras Centenário e Carvalho Hosken e, em 1964, cerca de trinta blocos estavam erguidos, com o consumo de trezentos mil sacos de cimento e sete milhões de tijolos. Os 53 blocos foram entregues apenas em 1967, após uma longa batalha travada entre os dirigentes sindicais e o governo militar para garantir que os apartamentos fossem entregues aos bancários, conforme revelam o jornal e a revista do Sindicato. Veja mais Veja a descrição completa
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