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A maioria dos panfletos distribuídos pelo mercado imobiliário tendem a mostrar orgulhosamente um componente de seu programa: a varanda gourmet. Você já parou para pensar que talvez esses espaços, que normalmente são compostos com uma churrasqueira, falam mais sobre uma possível área de especulação do que a própria  cultura do churrasco presente na vida do brasileiro?  Num vídeo de seu canal, o pesquisador Atila Iamarino indaga que varandas gourmet - normalmente associadas ao aumento dos valores do imóvel - não são comuns pelo desejo de seus futuros usuários, pelo contrário, as pessoas passaram a desejá-las após se tornarem comum na construção de edifícios.  Como argumento, Atila traça o histórico do Plano Diretor de São Paulo, que numa lei municipal aprovada em 2002 alterou o Coeficiente de Aproveitamento e a área computável. A partir desta mudança, áreas como recreação e varandas não são contabilizadas como áreas cobertas. Este fato passou a influenciar diretamente no coeficiente de aproveitamento e no possível aumento da área dos imóveis, o que resultou na inserção de churrasqueiras em varandas para justificar uma área ainda maior nestes ambientes. Veja mais Veja a descrição completa
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