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Em Yucatan, arquitetos estão revivendo uma antiga técnica de estuque maia para edifícios contemporâneos, combinando arquitetura moderna com história e cultura regional. A técnica é chamada de “chukum”, um termo derivado do nome popular da árvore Havardia albicans nativa do México. Feito com a casca dessa árvore de chukum, o material tem várias qualidades definidoras que o separam do estuque tradicional, incluindo propriedades impermeáveis e uma cor natural terrosa. Embora o chukum inicialmente tenha caído em desuso após a conquista espanhola da civilização maia, foi redescoberto e reempregado por Salvador Reyes Rios do escritório de arquitetura Reyes Rios + Larrain Arquitectos no final dos anos 1990, iniciando um ressurgimento do uso na área. Chukum é uma árvore espinhosa de madeira semi-dura encontrada em toda a península de Yucatán, usada também para tingir tecidos e curtir couro. Para criar o estuque chukum, a casca da árvore é fervida duas vezes e depois misturada com cimento, após o que pode ser usada para acabamento de paredes de concreto ou mesmo de piscinas. A casca do chukum confere ao estuque a sua qualidade resistente à água, distinguindo-o de outros tipos de estuque que devem ser acabados com aditivos artificiais ou acabamentos para obter o mesmo nível de impenetrabilidade. Por este motivo, pode ser utilizado tanto em interiores como em exteriores. A casca do chukum também dá naturalmente ao estuque sua cor terrosa e rosada, criando uma atmosfera aconchegante e rústica para edifícios e casas de Yucatán. Veja mais Veja a descrição completa
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