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Quando ouvimos o termo visualizações arquitetônicas, é provável que a primeira imagem em mente, seja um render chamativo com pessoas, acabamentos ofuscantes e uma sensação de movimento sobre o local em questão. Além de renderizar um espaço tridimensional, os arquitetos também precisam desenvolver suas habilidades na representação de ideias intangíveis, de forma a direcionar a narrativa por trás de seus argumentos. Em vez de criar conceitos pontuais, que são apresentados em uma sequência tradicionalmente linear, os arquitetos precisam criar uma história, estruturar seus projetos como uma tese e considerar como as apresentações têm o poder de revelar as prioridades de um projeto. As representações espaciais são apenas uma, das inúmeras ferramentas utilizadas para configurar uma visão, mas diagramas, análise de dados, texto, cores e layout são tão importantes, quanto as imagens semi-literais do projeto em si. Karen Lewis, professora de arquitetura da Escola Knowlton da Ohio State University, é especialista em explorar como os arquitetos estruturam argumentos, através de uma variedade de representações baseadas em dados. Na primeira edição de seu livro, Graphic Design for Architects  (Routledge, 2015), ela fornece dicas e truques detalhados sobre como os arquitetos podem aprimorar suas habilidades gráficas e desenvolver argumentos poderosos para expressar a intenção do projeto. Seu trabalho se concentra na maneira como os arquitetos transmitem suas ideias não apenas para os outros profissionais, mas também para o público interessado em ouvir, o que a arquitetura tem a dizer e o poder de mudança que ela pode trazer. Veja mais Veja a descrição completa
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