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A pandemia de COVID-19 tem causado rápido crescimento do número de internações por síndrome respiratória aguda grave (SRAG) no Brasil, e deverá causar grave sobrecarga na capacidade do Sistema Único de Saúde (SUS). As cidades de maior porte já têm casos confirmados em populações mais vulneráveis do ponto de vista social. Neste contexto, é crucial para o planejamento de saúde identificar onde moram os grupos sociais vulneráveis com dificuldade de acesso ao SUS, e quais são os estabelecimentos de saúde que deverão enfrentar gargalo mais severo para atender à demanda de internações de pacientes em estado grave. Para contribuir com o tema, o Ipea e o ITDP Brasil publicam uma Nota Técnica que tem como objetivo estimar quantas são e onde moram as pessoas mais vulneráveis (baixa renda e acima de 50 anos de idade) com maior dificuldade de acessar equipamentos de saúde nas vinte maiores cidades brasileiras. O estudo traz ainda algumas estimativas do número de leitos de UTI adulto e respiradores por habitante na zona de captação de cada hospital. Veja mais Veja a descrição completa
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