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O que é mais masculino: um estádio ou uma enfermaria? Hannah Rozenberg, arquiteta recém graduada no Royal College of Art (Londres), afirma ser o primeiro e apresenta um algoritmo para comprovar sua opinião.  Intitulado Building without Bias: An architectural language for the post-binary  ("Construindo sem parcialidade: uma linguagem arquitetônica pós-binária"), a tese de Hannah Rozenberg gira em torno da noção de que a arquitetura pode, em seu desenho, ter um gênero. Para ilustrar esse ponto, Rozenberg cita St. James, um exclusivo bairro londrino que abriga dezenas de clubes sociais. "As mulheres, ou são proibidas de entrar nos clubes, ou precisam seguir diferentes regras", comenta a arquiteta ao ArchDaily. "Por exemplo, um desses clubes é o Boodle's, onde as mulheres devem entrar pela porta traseira", explica. Veja mais Veja a descrição completa
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