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A casa pousada à margem da rua habita a solidão do norte. Ergue-se de largos blocos de alvenaria de granito azul num ermo, como uma fortificação. Os dois pisos de habitação fundem-se com os muros de suporte. Sustentam na retaguarda a antiga propriedade agrícola transformada em jardim. O vulto encalhado na berma abre tímidas janelas no piso mais elevado. Na base uma sequência de frestas que vertiam luz para gado, iluminam a atual cozinha. A construção estira-se até ao portão sangue de boi a apontar o depósito da eira moldado no granito do muro de rua. Sobre o terreiro de entrada, a descobrir o nascente, alçamos um quarto para o dono, construído em madeira pintada à cor de portão e das carpintarias. Ao edificado suprimiram-se as juntas de cimento caiadas, o reboco areado, os telheiros, as portadas verdes aplicadas no alçado e adornos avulsos. Veja mais Veja a descrição completa
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