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O Pavilhão Húngaro na Biennale di Venezia de 2020 fará um apanhado sobre as principais obras modernistas construídas na cidade de Budapeste. Doze escritórios de arquitetura foram convidados para participar da exposição que pretende apresentar uma visão alternativa de algusn ícones da arquitetura moderna do país, apresentando uma reflexão sobre o valor e o legado do modernismo húngaro e o seu impacto no desenvolvimento da arquitetura contemporânea. Nesta 17ª edição da Exposição Internacional de Arquitetura da Biennale, o pavilhão húngaro terá curadoria de Dániel Kovács, um jovem historiador de arquitetura. Othernity, como foi chamada a proposta da equipe magiar, será a primeira participação da Hungria na Exposição Internacional de Arquitetura da Biennale. A edição deste ano tem como principal objetivo estabelecer novos métodos colaborativos de defesa do patrimônio histórico mundial. Os espaços do pavilhão da Biennale será dividido em duas seções: a primeira abarcará o tempo passado e presente relativo a estes edifícios, enquanto que a segunda apresentará novas perspectivas relacionadas aos esforços colaborativos desenvolvidos até então. Como explicam os organizadores, todos os doze edifícios que fazem parte da exposição húngara foram construídos entre 1962 e 1986, sendo que a maioria deles permanece fiel as suas condições originais. Entretanto, quase todos eles estão seriamente ameaçados principalmente devido a sua obsolescência funcional e também ao avanço do capital e da especulação imobiliária em seus respectivos entornos. A proposta magiar para a exposição internacional da Biennale oferecerá uma visão alternativa que pretende revalorizar e ressignificar estas estruturas para que as mesmas possam continuar existindo no futuro. Veja mais Veja a descrição completa
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