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A arquitetura é conhecida principalmente por meio de representações. Ainda hoje, quando as viagens não são mais tão raras ou apenas para os ricos, os prédios e lugares são amplamente divulgados e apreciados por meio de imagens. Nesse sentido, a fotografia foi - e ainda é - fundamental para a arquitetura. A entrevista a seguir investiga o trabalho de Erieta Attali e o relacionamento com a arquitetura e a paisagem através das lentes de sua câmera. Com mais de duas décadas de experiência, fotografando e ensinando em todo o mundo, a fotógrafa israelense reflete sobre as origens e a evolução de sua renomada prática. ArchDaily: Quando e por que você começou com a fotografia de arquitetura? Erieta Attali: Comecei a fotografar arquitetura sem perceber que já estava nela. Desde o meu primeiro ano como fotógrafa arqueológica em 1993, tornei-me especialista em fotografia de pinturas de paredes em monumentos funerários antigos enquanto trabalhava em locais de escavação na parte norte da Grécia, bem como em todo o mar Egeu. Meu envolvimento duradouro com a fotografia arqueológica, mas também com a paisagem, desempenhou um papel importante no processo de transição para a arquitetura contemporânea, com a qual não tinha associação até me deparar com a Water Glass House projetada por Kengo Kuma na biblioteca Avery, na Universidade de Columbia no ano 2000, mas também o trabalho de Dan Graham, Bernard Tschumi, Richard Meier. Veja mais Veja a descrição completa
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