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Integrando a Trienal de Arquitectura de Lisboa, a exposição Economia de Meios, que tem curadoria de Éric Lapierre, pretende ser uma contribuição para a definição da racionalidade arquitectónica, tal como as outras quatro que fazem parte do evento. Cada uma das quatro primeiras secções representa uma modalidade específica de economia de meios. A economia da repetição conduz à tipologia e ao interesse pela arquitectura comum e pela cidade. A economia do vazio leva à invenção do espaço. A economia da medida conduz à poética do surreal e à habitação massificada. A economia do material leva à possibilidade fantasiada de construir toda a Terra. A economia dos procedimentos expande os limites da arquitectura. Economia de meios é a condição da possibilidade da arquitectura ser capaz de ter a sua própria linguagem, livre da imposição de qualquer outro vocabulário. Medida, ritmo, repetição, tipo, excepção, sistema, ordem, geometria, analogia são algumas das suas principais palavras; economia de meios é a sua gramática; a poética da razão é o seu resultado. Veja mais Veja a descrição completa
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