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A arquitetura sempre foi uma ferramenta para o poder: instituições políticas, símbolos econômicos e monumentos religiosos. Relações de assimetria e dominação ainda permanecem nos modos de produção da profissão; seja no canteiro ou no desenho. Como seria usar a arquitetura como um instrumento de descentralização de poder e da luta por direito à cidade através de iniciativas comunitárias? No geral, o modelo de gestão das cidades e dos espaços e equipamentos públicos não permite a gestão compartilhada e participativa por parte da população - o que significa, portanto, pensar em uma prática de arquitetura que fomenta a autonomia? Esse seminário nasce do desejo de compartilharmos uma inquietação: Onde arquitetura, cidade, autonomia e educação se encontram? E busca proporcionar um espaço de reflexão, diálogo, afeto e, sobretudo, trocas de experiências reais que contribuam para o fortalecimento e construção coletiva de uma arquitetura para autonomia, educadora e, principalmente, feita por e para as pessoas. Veja mais Veja a descrição completa
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