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O projeto propõe levar ao limite a ideia do “cubo branco” da galeria de arte, potencializada pelo contraste (positivo-negativo) entre espaços-servidores e espaço-servido. Trata-se de um projeto em que não há matizes, transições ou meios-termos. Há apenas duas dimensões: aquilo que é branco; e aquilo que está para além do branco, o preto. A área expositiva, ou seja, a galeria em si, é espaço-servido, positivo, tratada como um invólucro ultra-branco e homogêneo em que arestas dos planos se dissolvem para reforçar a presença das obras-de-arte ali expostas. Essas arestas ganham potência ao delimitar o que está para além do “cubo”, extrusões negativas, portanto pretas, que contém os espaços-servidores, como escritório / sala de reuniões, acervo, serviço / wc e depósito. A lógica se repete também no mobiliário, cujas faces que tangem o espaço expositivo a ele pertencem permanecendo brancas, enquanto suas extrusões (prateleiras, reentrâncias) tornam-se pretas por pertencer à dimensão das extrusões, aquilo que está para além daquelas superfícies. Veja mais Veja a descrição completa
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