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Esta residência não é respeitosa: ela é uma expressão do hiperpessoal. De cor azul, ela questiona e celebra a arquitetura informal. Tal como acontece com muitos empreendimentos iniciados durante a recessão econômica, a construção de Buiksloterham foi impulsionada pelos projetos feitos por conta própria.  Essa forma de desenvolvimento urbano leva à experimentação na tipologia da casa. As preferências pessoais na organização espacial seguem para as fachadas, resultando em paisagens urbanas ecléticas. A Residência Azul é um experimento, homenageando essa condição e ao mesmo tempo criticando-a. A residência celebra a individualidade e inegavelmente reflete as personalidades coloridas dos clientes. Sob medida para a combinação da vida empresarial e familiar, a casa abriga, na sua parte superior, o escritório. Um espaço principal escultural começa acima da rua e surge em cascata no jardim, criando uma forte conexão visual com o exterior desde todos os níveis. Grandes aberturas em fachadas opostas equilibram a luz natural, enquanto o espaço é formado pela plasticidade da cozinha e da escada. Além das grades de aço hápticas, todas as superfícies são desmaterializadas e artificiais. Veja mais Veja a descrição completa
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