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Buenos Aires em 2018. Habitantes? Quase 3 milhões. Trens magnéticos de alta velocidade? Zero. Arranha-céus interconectados com vias férreas? Zero. DeLoreans voando pelos ares? Lamentavelmente, zero. Inovações no transporte? O metro-bus e a ciclovia. Em termos urbanísticos, a cidade parece não haver avançado no ritmo que se imaginava. O que existia era uma fé cega no futuro. Um futuro onde tudo seria possível, onde o céu não era o limite e as pessoas poderiam circular livremente sobre as nuvens através de uma rede de caminhos que conectariam altas torres. O que ocorreu? Para isso, devemos viajar no tempo. Mais precisamente, ao passado. Buenos Aires, início do século XX. Cidade de efervescência e otimismo. Em menos 50 anos foram construíram 5 linhas de metrô, diagonal, norte e sul, o Obelisco, Gran Rex, Comega e Safico. As ruas Belgrano, Independencia e San Juan foram transformadas em avenidas, foram erguidos os edifícios comerciais, foram demolidos os edifícios academistas, chegou Le Corbusier e foi embora Le Corbusier.  Veja mais Veja a descrição completa
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