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Todos temos a memória de infância de desenhar uma casinha com uma porta e uma janela, um telhado de duas águas e uma árvore do lado. Mas, o que diferencia os arquitetos do restante da população, é que continuamos desenhando isso depois de adultos, geralmente com um pouco mais de técnica. E, da mesma forma que nossos desenhos de casas foram se tornando mais complexos e completos, o desenho das vegetações precisou melhorar um pouco. (Aquela forma parecida com um brocólis não agradaria muito clientes e professores). Ainda que geralmente as árvores não sejam os focos principais dos desenhos, elas desempenham um papel importante na composição dos croquis, principalmente para representar a escala, sombreamento pretendido ou alguma intenção de paisagismo. Mas nem sempre é tão simples desenhá-las. Fazê-las de uma forma que não tomem muito tempo ou não sobressaiam mais que a própria arquitetura pode ser uma arte. Saber como controlar o traço, como inserir as cores e de que forma demonstrar a profundidade farão uma grande diferença para o resultado final. Bruno Munari, artista e designer italiano, dá um bom ponto de partida na sinopse de seu livro "Drawing a Tree": “Ao desenhar uma árvore, lembre-se sempre que cada ramo é mais delgado do que o anterior. Observe também que o tronco se divide em dois ramos, então esses ramos se dividem em dois, depois em dois, e assim por diante, até que você tenha uma árvore completa, seja ela reta, ondulada, curvada para cima, curvada para baixo ou inclinado para o lado pelo vento." Veja mais Veja a descrição completa
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