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Este artigo foi originalmente publicado como "What Marchers Today Can Learn from the May 1968 Protests in Paris" no CommonEdge em maio de 2018. Nos 50 anos desde os protestos históricos e mundiais de 1968, muita coisa mudou. Mas o clima político de hoje parece igualmente volátil, com mudanças sísmicas que ameaçam as instituições sociais e políticas em todo o mundo. Lições do passado são, para emprestar a frase do momento, mais relevantes do que nunca. Recentemente, amigos americanos enviaram um e-mail: “O que está acontecendo com o sistema político francês? Por que tantas greves? E as infinitas marchas de protesto? Gostaríamos de visitá-lo em Paris, mas estamos um pouco desconfiados”. De fato. Na outra manhã, eu estava tentando pegar um vôo no aeroporto Charles de Gaulle para visitar minha filha em Los Angeles, apenas para perceber que, naquele dia em particular, houve uma greve de trem, uma greve ferroviária no subúrbio, uma greve no metrô e uma greve dos taxistas. A Air France também estava passando por uma série de greves. Minhas estações de rádios favoritas se juntaram ao movimento de protesto e não estavam transmitindo. Com certeza haveria grandes engarrafamentos causados por manifestantes carregando cartazes marchando pelas principais avenidas. Entrei em pânico? Não. Abri o aplicativo Uber em meu iPhone e dez minutos depois eu estava no caminho. Um par de cliques foram tudo que eu precisava para resolver minha situação - e para demonstrar, de uma só vez, por que todas essas pessoas são infelizes. Seus serviços estão prestes a se tornarem dispensáveis, para serem substituídos por aplicativos e robôs. Para citar Eliza Doolittle em My Fair Lady: “E sem muita demora, todos nós podemos viver sem você”. Veja mais Veja a descrição completa
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