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ÁGORA-BOGOTÁ não se conforma em ser um mero centro de convenções utilizado por visitantes esporádicos que apenas tem contato com a cidade, mas pretende elevar-se à categoria de edifício público incorporado ao imaginário de todos os cidadãos. Para tanto, os esforços do projeto foram concentrados, por um lado, em atender exigências coletivas e, por outro, exigências específicas. Entre as primeiras encontra-se a necessidade de oferecer uma imagem capaz de representar as aspirações de uma sociedade em transformação e a de convocar uma sensibilidade em relação ao meio ambiente que insira o edifício nas preocupações do presente. As segundas se concentram em aspectos práticos, como criar um sistema de circulação facilmente compreensível, uma distribuição invisível porém hierarquizada que é em si mesma o esquema logístico do edifício e, por fim, uma flexibilidade que aceite a formatação de espaços muito diversos. Para isso foram adotadas duas novas decisões: a de organizar o sistema logístico em torno de 4 grandes núcleos verticais de circulação, serviços e áreas técnicas que a partir das esquinas atendem e fazem possível a presença de diversos programas, além de eliminar os pisos inclinados nos auditórios e seu mobiliário fixo usual para poder descrever ÁGORA-BOGOTÁ como um local de encontros e atividades tão diversas quanto a imaginação de seus programadores. Veja mais Veja a descrição completa
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