Ampliar imagem | Tamanho original
A literatura é uma rica fonte para quem se interessa por imagens da cidade do futuro.  Obras como Admirável Mundo Novo (1931), Andróides Sonham com Ovelhas Elétricas? (1968); os sucessos japoneses Akira (1982)e Ghost in the Shell (1989); nos transportam instantaneamente para universos paralelos governados pela criatividade e pela imaginação de seus autores. A arquitetura e o urbanismo presentes em obras desse gênero não são apenas cenários, adquirem uma importância , na maioria das vezes, crítica e substancial, tornando-se protagonistas nas narrativas e, no caso das distopias,  colaboram na compreensão dos males da cidade do amanhã. Como trabalho final da cadeia de Teoria e História do curso de arquitetura da Universidade de Brasília, Fernando Longhi elaborou um ensaio acompanhado pela professora Elane Ribeiro Peixoto partindo do desejo de entender as especulações sobre as cidades que extrapolam a visão de profissionais arquitetos, urbanistas, sociólogos e geógrafos. Partindo do interesse pela literatura como um meio válido para discutir e problematizar as projeções e sentimentos acerca das cidades no futuro, Longhi elegeu Neuromancer de William Gibson, publicado em 1984, como objeto de estudo. Veja mais Veja a descrição completa
Compartilhar Compartilhar