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Ah, a urb!... O vaivém nas ruas, o signo pulsante da modernidade, o espaço público por excelência. No início do século XX, João do Rio, o cronista marginal, fez um inventário dos “tipos” que circulavam pela cidade em A alma encantadora das Ruas, um clássico nacional. Mais do que um livro sobre crônicas de costumes, a obra retrata as transformações urbanas que o Rio sofria no momento de autoestima elevada da Belle Époque, quando despontava como capital da república nascente. Nos mais de 100 anos que nos separam daquelas reflexões, as ruas do Rio de Janeiro e de todo o mundo viveram mudanças cruciais, que reorientaram a cultura, a política e a economia urbana. As cidades contemporâneas são um amálgama de um processo histórico marcado pelo êxodo rural e pelo fascínio da modernidade. O século XX nos deixou como legado cidades hostis e gigantescas manchas urbanas com desequilíbrios territoriais e dramas humanos de todos os tipos. Veja mais Veja a descrição completa
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