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Clausurada por uma casca protetora de pedra, a Biblioteca de Manuscritos e Livros raros de Beinecke é uma das coleções mais importantes em manuscritos raros do mundo. Inaugurada em 1963, a biblioteca é conhecida por sua fachada de mármore translúcido e pela torre envidraçada protegendo os renomados livros mundiais  - um arranjo dramático resultante das exigências particulares de um conjunto de artefatos literários. Este projeto único, muito na linhagem modernista, mas em contraste com os estilos revivalistas do restante do campus de Yale, apenas tornou-se apreciado graças à passagem do tempo; as mesmas escolhas ousadas que hoje são celebradas, foram vistas como causa de desprezo e críticas. A coleção de manuscritos raros de Yale iniciou em 1701, quando dez ministros se reuniram para fundar uma faculdade na Colônia de Connecticut. Os livros doados foram os primeiros de muitos presentes a serem seguidos aos próximos três séculos, incluindo o Manuscrito de Voynich e uma das vinte e uma Bíblias originais de Gutenberg, que foram doadas à universidade em 1926. [1] Originalmente, a coleção de livros raros foi armazenada em prateleiras especiais em Dwight Hall, servindo como biblioteca até o final do século 19; na década de 1930, foi transferida à sala de livros raros na Biblioteca de Sterling. Um presente de Frederick e Edwin Beinecke, uma dupla de alunos de Yale, permitiu que a universidade construísse um prédio à biblioteca, para sua crescente coleção na década de 1960. [2,3] Veja mais Veja a descrição completa
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