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Este artigo foi originalmente publicado em 01 de setembro de 2017. Para ler sobre outros projetos icônicos de arquitetura, visite nossa seção Clássicos da Arquitetura.  Durante décadas, a região da Avenida Paulista teve caráter estritamente residencial e com proibição previamente estabelecida ao processo de verticalização. Apenas a partir da década de 1950, após investimentos financeiro e imobiliário, incentivado pela Prefeitura, iniciou-se o processo de adensamento populacional da região e os grandes casarões existentes passaram a ser substituídos por edifícios verticais, dando lugar aos primeiros prédios de caráter residencial neste eixo. Diferentemente da cidade do Rio de Janeiro, que teve grande investimento e incentivo à construção de obras de caráter público e institucional moderno, pelo processo de planejamento urbano, a cidade de São Paulo, não obteve tal condicionante, e apenas na década de 1950, o Mercado imobiliário começou aplicar recursos financeiros na idealização de edifícios modernos de caráter residencial, incentivando arquitetos e urbanistas virem à capital paulista para implementar o repertório modernista na Cidade. Nesse processo, Abelardo veio a São Paulo, sendo um dos responsáveis pela união entre os princípios e características arquitetônicas modernas cariocas, de Lúcio Costa e modernas europeias, de Le Corbusier, reinterpretadas e implementadas de modo singular. Veja mais Veja a descrição completa
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