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A crise da mobilidade urbana inspirou a reflexão sobre os modais de transporte e sua relação com eficiência, tempos de trajetos, poluição gerada, infraestrutura necessária, custos de implantação e operação e os impactos na saúde dos usuários. Atualmente, governos realizam grandes investimentos em novas infraestruturas que permitem que populações equivalentes a cidades inteiras se desloquem longas distâncias diariamente. Em São Paulo, por exemplo, o equivalente à população do Uruguai sai da Zona Leste para o Centro todos os dias. No entanto, raramente discute-se sobre a forma da cidade, as distâncias a serem percorridas, o desenho das ruas: afinal, qual é o meio de deslocamento encorajado nas nossas cidades? Por que não há incentivos para adotarmos outros meios de locomoção? Será que a mobilidade nas cidades está somente relacionada à infraestrutura de transporte? Veja mais Veja a descrição completa
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