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Em março de 2014, quando as obras de reabilitação estavam quase terminando, a construção foi incendiada. Era um edifício residencial de classe média, do início do século XX, com alguns grandes apartamentos com mais de 330m² e pé-direto de 4 metros.  O interior original era feito em madeira com uma típica decoração do período na capital portuguesa: piso de pinos, paredes e tetos de estuque moldado e pintado, paredes de azulejos nas escadas, madeira de alta qualidade e vitrais art nouveau. O incêndio destruiu quase tudo, exceto as fachadas e o térreo, que já havia sido reforçado com uma grossa laje de concreto que impediu o eventual incêndio de passar do estacionamento para os outros pavimentos. O pavimento de pedra da entrada principal, onde existia uma escada simétrica dupla, também sobreviveu ao fogo. A estrutura de aço dos terraços (ainda não montada no local) e as antigas portas e persianas de madeira foram preservadas, uma vez que foram armazenadas no exterior do edifício. Veja mais Veja a descrição completa
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