Ampliar imagem | Tamanho original
Com a pintura rachada, a vegetação crescendo, a ferrugem e a decadência, edifícios abandonados esculpiram um gênero fotográfico que brinca com o nosso complexo fascínio com os remanescentes perversos do nosso passado. Enquanto o interesse intelectual em ruínas tem sido registrado há séculos, a popularidade e controvérsias do "ruin porn" contemporâneo pode ser rastreado até em torno de 2009, quando a série feral houses do fotógrafo James Griffioen provocou um debate sobre o potencial prejuízo na apropriação estética do colapso urbano. Um assunto favorito neste campo são os manicômios americanos, cujos trágicos restos carregam ecos da história desagradável de tratamento de doença mental nos Estados Unidos. Estes sanatórios financiados pelo Estado estavam intensamente superlotados e, muitas vezes, alojavam pacientes em condições deploráveis no século XX. A partir de 1955, com a introdução da droga antipsicótica Thorazine, essas instituições foram fechadas em grande número, para nunca mais serem reabertas [1]. Agora, esses manicômios fechados, mas não demolidos, que pontilham o país, são objeto da "ruin porn" que negligencia uma parte igualmente importante da narrativa dos edifícios: seu começo. Em sua recente sessão de fotos Abandoned Asylums, o fotógrafo Matt Van der Velde retrata este período anterior da arquitetura de manicômios, quando as instituições foram construídas na crença de que o ambiente construído teria o poder de curar. Veja mais Veja a descrição completa
Compartilhar Compartilhar