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A relação que os seres humanos possuem com a morte é complexa e imutável, e isso se reflete, inevitavelmente, na arquitetura dos espaços relacionados a morte. Buscando questionar o papel contemporâneo destes espaços, o arquiteto Sanchit Arora, do escritório indiano Renesa Architecture Design Interiors usou sua tese, "The Shadow Spaces; Invisible Sacred Landscapes of Indian Cities" para analisar o lugar dos crematórios dentro da sociedade indiana. Após uma análise qualitativa, Arora propôs uma extensão para o Crematório Green Park, ao sul de Déli. Com o projeto, ele pretende criar um exemplo de arquitetura que mescla poesia e funcionalidade, estabelecendo espaços que sejam respeitosos, experimentais e adequados aos usuários. Arora especula que o declínio de práticas ritualísticas associadas a morte fez com que os crematórios perderem sua "sacralidade". Enquanto estes espaços são frequentados diariamente por um número de visitantes, a falta de manutenção e consideração para com o usuário resultou numa arquitetura superficial que "não tem nenhuma sensibilidade ou respeito". Veja mais Veja a descrição completa
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