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Por Paulina Jarpa García-Vinuesa Ao participar do concurso, os arquitetos projetaram o Museu da Memória e dos Direitos Humanos como um lugar de caráter não-linear no tempo e na incorporação de imagens da parte histórica do Chile, um espaço que abrigasse e transmitisse conhecimento de maneira universal e imparcial; um paralelepípedo esbeltamente retangular que pousa, de maneira  leve, apoiando-se na sua secção mais esbelta, delicadamente no sentido Leste-Oeste sobre uma base que o sustenta com um belo sentido semântico: deixar fluir a vida, da Cordilheira ao Mar de nosso estreito país, mantendo sempre presente o percurso da nossa própria insolação. Um espaço que, apesar de entregar a possibilidade de criar diferentes atmosferas e marcações físicas ou mentais, convide a evocar e refletir.  A nível territorial, o projeto apresenta a ideia, absolutamente clara, de que o espaço público, sobretudo o centro histórico da cidade (Santiago Centro), é entendido como aquele não construído e sim, configurado pela ocupação perimetral da quadra. Esta ordem é respeitada, propondo uma nova forma de compor este micro-espaço urbano, utilizado os recursos: Barra e Base. Veja mais Veja a descrição completa
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