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A Casa do Vigário é um projeto específico e sensível, que remonta a 2008 e concluído no início de 2015. Na Casa do Vigário a arquitetura é tanto narrativa, como é cenário. O conceito e o gesto são o resultado inevitável do contexto privilegiado em que a nova arquitetura se insere. As ruínas pré-existentes foram a origem fundadora do conceito, estabelecendo as condições para o desenrolar da nova narrativa arquitetônica. O novo organismo adapta-se às antigas paredes de pedra, preenchendo os espaços intersticiais existentes, unificando a massa e proporcionando um cenário de contraste contra as superfícies ásperas da pedra - a principal personagem da narrativa - num diálogo estreito entre o velho e o novo. As ruínas de pedra são assim o principal elemento na trama, sendo o novo corpo arquitetônico, por sua vez, um aliado silencioso que procura neutralidade e unificação. Além disso, o novo corpo traduz um gesto que respeita a nostalgia e história do passado, evitando assim a sua perda e sua queda no esquecimento. Ao mesmo tempo, a nova intervenção usa o passado para seu próprio benefício, aproveitando-se da geometria, texturas e propriedades pré-existentes. Veja mais Veja a descrição completa
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