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Embora a história da arquitetura seja repleta de tijolos, pedras e aço, não há uma regra que declare que a arquitetura deva ser "sólida". Sverre Fehn, um dos arquitetos mais importantes da Noruega do pós-guerra, usou regularmente materiais pesados como alvenaria de concreto e pedra em seus projetos [1]. Desta forma, sua proposta para o Pavilhão Nórdico na Exposição Mundial de Osaka em 1970 poderia ser vista como uma exploração atípica de uma estrutura mais delicada. Representando um aspecto muito diferente da "Modernidade", o pavilhão "balão pulsante" não é apenas uma contradição com o cânone projetual de Fehn, mas com a arquitetura tradicional como um todo. Nascido na Noruega em 1924, Sverre Fehn, juntamente com vários outros arquitetos escandinavos contemporâneos, criou o Progressive Architects Group Oslo Norway (PAGON), um ramo regional do Congresso Internacional de Arquitetura Moderna. PAGON, baseado nos ideais universais do modernismo, que buscava especificamente a expressão de regiões e tempos particulares através dos materiais. O próprio Fehn ganhou aclamação internacional por seu trabalho em pavilhões de exposição, notadamente o Pavilhão Norueguês na Exposição Mundial de Bruxelas em 1958 e o Pavilhão Nórdico para a Bienal de Veneza de 1962 [2]. Portanto, não foi nenhuma surpresa que ele apresentasse uma proposta em 1968 para a Exposição Mundial de Osaka em 1970. Veja mais Veja a descrição completa
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