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O Pavilhão Pierre Lassonde - do Museu Nacional de Belas Artes de Quebec - está interconectado porém díspar, como uma adição sutilmente ambiciosa em meio a cidade. Em vez de criar uma imposição icônica, forma novos vínculos entre o parque e a urbe, conferindo coerência ao MNBAQ. O contexto complexo e sensível do novo edifício cria perguntas centrais que sustentam o desenho: como estender tanto o Parc des Champs de Bataille quanto a cidade para o seu interior? Como respeitar e preservar a igreja de Saint Dominique e criar uma obra persuasiva em Grande Allée? Como esclarecer a organização do museu e ao mesmo tempo crescer em escala? A solução do OMA foi agrupar as novas galerias requeridas em três volumes de tamanho decrescente para abrigar as exposições temporárias, coleções modernas, contemporâneas permanentes, artes decorativas e desenho, assim como obras de Arte Inuit (indígena), criando uma cascata ascendente desde o parque até a cidade. O edifício pretende entrelaçar a cidade, o parque e o museu como uma extensão dos três simultaneamente.  Veja mais Veja a descrição completa
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