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Os universos que frequentamos na infância tendem a perdurar nas nossas memórias. É o tempo em que nos relacionamos com a arquitectura de um modo mais livre e genuino. Estabelecem-se apropriações e hierarquizações intuitivas dos valores da arquitectura. Interessa por isso identificar o património que é estimado por todos, e sobre o qual se podem desenhar as memórias que se construirão. Num território não conformado define-se um perímetro quadrado: forma autónoma e clara. A necessidade de diferentes funções na escola estabelece o pretexto para espaços distintos. Cada compartimento é uma experiência autónoma com escala, proporção e identidade própria. A agregação de todos os volumes define o seu valor iconográfico exterior. No interior protegido é definido um espaço intersticial, infinito por não revelar o seu inicio ou fim, que é usado como recinto lúdico. Veja mais Veja a descrição completa
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