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Freddy Mamani, arquiteto boliviano, focou sua carreira na construção. Quando criança, passava suas férias brincando com os montes de brita. cimento e areia com os quais trabalhava seu pai. De pedreiro, interessou-se em dar um passo além e acabou estudando engenharia, construção e, recentemente, arquitetura. Aos 42 anos, já ergueu mais de 60 obras em El Alto, local onde mora  e é reconhecido por aquilo que denomina "arquitetura andina", uma incipiente definição marcada pela presença de cores vibrantes e elementos geométricos tomados emprestados da cultura Tiahuanaco, antecedente do Império Inca.  Na ocasião do Mês do Desenho, organizado pelo Consejo Nacional de la Cultura y las Artes, conversamos com Freddy Mamani, que nesta entrevista explica as principais referências na construção dessa linguagem local e argumenta contra as críticas do establishment boliviano, incluindo universidade e grêmios. Veja mais Veja a descrição completa
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